Jubileu 2025

Diocese de Santiago | Jubileu das crianças 2025

Jubileu das Crianças 2025 – Crescer na fé, rumo aos 500 anos da Diocese! A Diocese de Santiago no âmbito do decénio celebrativo dos 500 anos da sua criação está a promover o Jubileu das Crianças e Adolescentes. É o desejo da nossa diocese irmã proporcionar o Dia da Criança ainda mais especial.O encontro está marcado para o dia 01 de junho para o Jubileu Diocesano das Crianças e Adolescentes de Santiago, um dia inteiro dedicado aos mais pequenos, com momentos de oração, amizade e muita diversão. Toda a programação está prevista a acontecer no Estádio Nacional, começando assim pelas nove horas da manhã.Esta atividade está a contar com a presença dos familiares das crianças e amigos para celebrar o Jubileu das Crianças e Adolescentes. https://diocesemindelo.org/wp-content/uploads/2025/05/Dia-Jubilar-de-criancas-e-adolescentes.mp4

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Papa Leão XIV: brasão e lema

Papa Leão XIV: publicados brasão e lema “In Illo uno unum” são as palavras, pronunciadas em um sermão por Santo Agostinho, que o Pontífice escolheu como seu lema episcopal. Uma referência ao Bispo de Hipona também no brasão, com a imagem de um livro fechado sobre o qual repousa um coração transpassado por uma flecha. Foram publicados neste sábado, 10 de maio, o brasão e o lema do Papa Leão XIV, assim como a foto oficial do Pontífice recém-eleito. O brasão representa um escudo dividido diagonalmente em dois setores: o superior tem um fundo azul e nele está representado uma flor-de-lis (lírio branco); o inferior tem um fundo claro e apresenta uma imagem que remete à Ordem de Santo Agostinho: um livro fechado sobre o qual há um coração transpassado por uma flecha. A imagem remete à experiência de conversão de Santo Agostinho, que ele próprio explicava com as palavras “Vulnerasti cor meum verbo tuo”, “Feriste meu coração com a tua Palavra”. Nos traços essenciais, portanto, Leão XIV confirmou o brasão anterior, escolhido por ocasião de sua consagração episcopal, bem como o lema “In Illo uno unum”. Trata-se das palavras que Santo Agostinho pronunciou em um sermão, a Exposição sobre o Salmo 127, para explicar que “embora nós cristãos sejamos muitos, no único Cristo somos um”. Em uma entrevista aos meios de comunicação vaticanos em julho de 2023, o próprio Prevost explicava: “Como se depreende do meu lema episcopal, a unidade e a comunhão fazem parte justamente do carisma da Ordem de Santo Agostinho e também do meu modo de agir e pensar. Acredito que é muito importante promover a comunhão na Igreja, e sabemos bem que comunhão, participação e missão são as três palavras-chave do Sínodo. Portanto, como agostiniano, para mim, promover a unidade e a comunhão é fundamental. Santo Agostinho fala muito sobre a unidade na Igreja e sobre a necessidade de vivê-la.” In Vatican News

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Vaticano: Leão XIV é o novo Papa (biografia)

Vaticano: Leão XIV é o novo Papa (biografia) O cardeal Robert Francis Prevost, até agora prefeito do Dicastério para os Bispos, foi hoje eleito como Papa, após dois dias de Conclave, assumindo o nome de Leão XIV. O primeiro pontífice norte-americano, de 69 anos de idade, foi missionário e arcebispo no Peru, tendo ainda sido superior geral da Ordem de Santo Agostinho. O novo Papa nasceu a 14 de setembro de 1955 em Chicago (EUA), filho de Louis Marius Prevost, de origem francesa e italiana, e de Mildred Martínez, de origem espanhola; tem dois irmãos, Louis Martín e John Joseph. Passa a infância e a adolescência nos Estados Unidos, estudando primeiro no Seminário Menor dos Padres Agostinianos e depois na Villanova University, na Pensilvânia, onde, em 1977, obteve a licenciatura em Matemática e estudou Filosofia. A 1 de setembro do mesmo ano, em Saint Louis, entrou no noviciado da Ordem de Santo Agostinho (Osa) – província de Nossa Senhora do Bom Conselho de Chicago – e fez a sua primeira profissão a 2 de setembro de 1978. A 29 de agosto de 1981, pronunciou os votos solenes e esteve na ‘Catholic Theological Union’ de Chicago, onde se formou em Teologia.; aos 27 anos, foi enviado pela sua Ordem a Roma para estudar Direito Canónico na Universidade Pontifícia de São Tomás de Aquino (Angelicum), sendo ordenado sacerdote a 19 de junho de 1982. Obteve a licenciatura em 1984 e foi enviado para trabalhar na missão de Chulucanas, Piura, Peru (1985-1986); em 1988 foi enviado à missão de Trujillo como diretor do projeto de formação comum para os aspirantes agostinianos dos Vicariatos de Chulucanas, Iquitos e Apurímac. Enquanto religioso foi prior de comunidade (1988-1992), diretor de formação (1988-1998) e professor (1992-1998); na Arquidiocese de Trujillo foi vigário judicial (1989-1998), professor de Direito Canónico, Patrística e Moral no Seminário Maior “São Carlos e São Marcelo”. Em 1999, foi eleito prior provincial da Província Mãe do Bom Conselho (Chicago) e, dois anos e meio depois, o capítulo geral ordinário escolhe-o como responsável mundial da Ordem de Santo Agostinho, que exerceu durante 12 anos. O Papa Francisco nomeou-o administrador apostólico da Diocese de Chiclayo (Peru) a 3 de novembro de 2014, elevando-o à dignidade episcopal de bispo titular da Diocese de Sufar. A 7 de novembro, tomou posse canónica da diocese na presença do Núncio Apostólico e foi ordenado bispo a 12 de dezembro de 2014, festa de Nossa Senhora de Guadalupe, na Catedral da sua diocese. Escolheu como lema episcopal ‘in Illo uno unum’, tiradas de um sermão de Santo Agostinho: “embora nós, cristãos, sejamos muitos, no único Cristo somos um”. Francisco nomeou-o membro da Congregação para o Clero em 2019 e membro da Congregação para os Bispos em 2020, ano em que foi designado administrador apostólico da Diocese de Callao. No Vaticano, foi prefeito do Dicastério para os Bispos, desde 30 de janeiro de 2023, e presidente da Comissão Pontifícia para a América Latina. O Papa Francisco criou-o cardeal no Consistório de 30 de setembro de 2023, sendo considerado um colaborador próximo do seu antecessor, tendo sido um dos responsáveis pela gestão do Vaticano junto do Caminho Sinodal Alemão. Na Assembleia Sinodal de 2024, o agora Papa disse aos jornalistas que os trabalhos propõem uma “nova forma de fazer as coisas na Igreja”, que exige tempo. “Não devemos esperar soluções instantâneas”, referiu o colaborador do Papa, destacando a passagem de temas tidos como polémicos para os grupos de trabalhos criados por Francisco, em fevereiro do último ano. https://youtu.be/dSolFJhzYb0 Estes dez grupos de estudo abordam temas propostos pela primeira sessão sinodal, em outubro de 2023, envolvendo dicastérios da Cúria Romana, sob a coordenação da Secretaria-Geral do Sínodo, até junho de 2025. Leão XIV sublinhou que os trabalhos da sessão sinodal apontavam a necessidade de mudar o paradigma de uma “estrutura de poder”, com mais organismos de consulta, nas dioceses e paróquias. Em cima da mesa, acrescentou, está o processo de escolha de bispos e o papel dos núncios, representantes diplomáticos da Santa Sé em todo o mundo. “O processo de busca de candidatos pode ser mais sinodal, mais aberto, incluindo uma maior participação de bispos, padres, religiosas, leigos e leigas”, assinalou o então prefeito do Dicastério para os Bispos. O novo Papa assumia que a missão episcopal deve levar cada bispo ao encontro das “necessidades específicas” de cada realidade, reforçando a “presença pastoral e social da Igreja”, onde quer que as pessoas sofram, e a proteção da natureza. O cardeal Prevost foi questionado sobre o papel dos leigos, nestes processos de nomeação episcopal, indicando que “já foram dados alguns passos significativos”, com indicações para “incluir mais leigos e religiosas” nas consultas e com maior presença de mulheres no Dicastério para os Bispos. Admitindo diferenças de “pontos de vista”, mais do que de divisões, na assembleia sinodal, o novo pontífice referiu, a respeito da participação das mulheres, que as categorias dentro da Igreja “precisam de ser diferentes”, pelo que a sua ordenação sacerdotal poderia “criar um problema” em vez de o resolver. Para Leão XIV, o debate deve visar um “novo entendimento da liderança, poder e autoridade”, como serviço, na Igreja. O responsável falou de experiências de sinodalidade já em curso, como viu no Peru, enquanto bispo de Chiclayo. No momento da morte de Francisco, o então cardeal Prevost recordou a viagem a Lampedusa, sinal de “proximidade com os migrantes” e a carta que o seu antecessor escreveu aos bispos dos EUA, em fevereiro, “sobre a importância de estar perto dos que sofrem e de ter o coração de Jesus Cristo”, quando foi implementado o programa de deportação em massa de imigrantes e refugiados clandestinos. https://youtu.be/lgyeM1hWZNs O último pontificado, acrescentava, deixou “este espírito de querer continuar o que começou com o Concílio Vaticano II, a necessidade de renovar sempre a Igreja. Entre os ensinamentos que Francisco deixou, salientava, é preciso valorizar “o amor pelos pobres” e o desejo de “uma Igreja pobre, que caminha com os pobres, que serve os pobres”. “Penso que a

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Rogito do Papa Francisco

Rogito do Papa Francisco: “Peregrino da esperança, guia e companheiro de caminho” Na caixão do Papa Francisco vai o rogito. O rogito é um documento que é redigido pelo mestre das celebrações litúrgicas da Santa Sé em latim após a morte de um papa que comporta, de forma resumida, os detalhes importante da sua vida (papal) e que é colocado num tubo de metal com moedas cunhadas durante o seu pontificado. “Conosco peregrino da esperança, guia e companheiro de caminho rumo à grande meta à qual somos chamados, o Céu, no dia 21 de abril do Ano Santo de 2025, às 7h35 da manhã, enquanto a luz da Páscoa iluminava o segundo dia da Oitava, Segunda-feira do Anjo, o amado Pastor da Igreja, Francisco, passou deste mundo para o Pai. Toda a Comunidade cristã, especialmente os pobres, louvava a Deus pelo dom de seu serviço prestado com coragem e fidelidade ao Evangelho e à mística Esposa de Cristo. Francisco foi o 266º Papa. Sua memória permanece no coração da Igreja e da humanidade inteira. Jorge Mario Bergoglio, eleito Papa em 13 de março de 2013, nasceu em Buenos Aires em 17 de dezembro de 1936, filho de imigrantes piemonteses: seu pai, Mario, era contador, funcionário das ferrovias, enquanto sua mãe, Regina Sivori, cuidava da casa e da educação dos cinco filhos. Formado como técnico químico, escolheu depois o caminho do sacerdócio, entrando inicialmente no seminário diocesano e, em 11 de março de 1958, ingressando no noviciado da Companhia de Jesus. Estudou humanidades no Chile e, de volta à Argentina em 1963, formou-se em filosofia no Colégio São José, em San Miguel. Foi professor de literatura e psicologia nos colégios da Imaculada Conceição de Santa Fé e no Colégio do Salvador em Buenos Aires. Recebeu a ordenação sacerdotal em 13 de dezembro de 1969 do arcebispo Ramón José Castellano e, em 22 de abril de 1973, fez a profissão perpétua como jesuíta. Após ser mestre de noviços em Villa Barilari, San Miguel, professor de teologia, consultor da província da Companhia de Jesus e reitor do colégio, em 31 de julho de 1973 foi nomeado provincial dos jesuítas da Argentina. Depois de 1986 passou alguns anos na Alemanha para concluir sua tese de doutorado e, de volta à Argentina, tornou-se colaborador próximo do cardeal Antonio Quarracino. Em 20 de maio de 1992, João Paulo II o nomeou bispo titular de Auca e auxiliar de Buenos Aires. Escolheu como lema episcopal Miserando atque eligendo e em seu brasão inseriu o cristograma IHS, símbolo da Companhia de Jesus. Em 3 de junho de 1997 foi promovido a Arcebispo Coadjutor de Buenos Aires e, com a morte do cardeal Quarracino, sucedeu-lhe em 28 de fevereiro de 1998 como Arcebispo, Primaz da Argentina, ordinário dos fiéis de rito oriental no país, grão-chanceler da Universidade Católica. João Paulo II o criou cardeal no Consistório de 21 de fevereiro de 2001, com o título de São Roberto Belarmino. Em outubro seguinte, foi relator geral adjunto da décima Assembleia Geral Ordinária do Sínodo dos Bispos. Foi um pastor simples e muito querido em sua Arquidiocese, que percorria amplamente, inclusive usando metrô e ônibus. Morava em um apartamento e preparava ele mesmo sua janta, porque se sentia como qualquer outro. Eleito Papa pelos cardeais reunidos em Conclave após a renúncia de Bento XVI, em 13 de março de 2013, escolheu o nome Francisco, porque, seguindo o exemplo do santo de Assis, queria ter um olhar prioritário para com os mais pobres do mundo. Da sacada das bênçãos se apresentou com as palavras: “Irmãos e irmãs, boa noite! E agora, comecemos este caminho: bispo e povo. Este caminho da Igreja de Roma, que preside na caridade todas as Igrejas. Um caminho de fraternidade, de amor, de confiança entre nós.” E, depois de inclinar a cabeça, disse: “Peço que vocês rezem ao Senhor para que me abençoe: a oração do povo pedindo a Bênção para seu Bispo.” No dia 19 de março, Solenidade de São José, iniciou oficialmente seu ministério Petrino. Sempre atento aos últimos e aos excluídos da sociedade, Francisco, assim que foi eleito, escolheu viver na Domus Sanctae Marthae, pois não conseguia ficar longe do contato com as pessoas e, desde a primeira Quinta-feira Santa, quis celebrar a Missa in Coena Domini fora do Vaticano, indo a prisões, centros de acolhida de deficientes ou dependentes químicos. Recomendava aos sacerdotes estarem sempre disponíveis para administrar o sacramento da misericórdia, a terem coragem de sair das sacristias para procurar a ovelha perdida e a manterem abertas as portas da igreja para acolher quem buscasse o Rosto de Deus Pai. Exerceu o ministério Petrino com incansável dedicação ao diálogo com muçulmanos e com representantes de outras religiões, convocando-os para encontros de oração e assinando Declarações conjuntas em prol da concórdia entre os membros das diferentes religiões, como o Documento sobre a Fraternidade Humana, assinado em 4 de fevereiro de 2019 em Abu Dhabi com o líder sunita al-Tayyeb. Seu amor pelos últimos, idosos e crianças levou-o a instituir as Jornadas Mundiais dos Pobres, dos Avós e das Crianças. Instituiu também o Domingo da Palavra de Deus. Mais que qualquer Antecessor, ampliou o Colégio dos Cardeais, convocando dez Consistórios nos quais criou 163 cardeais, dos quais 133 eleitores e 30 não eleitores, provenientes de 73 países, sendo 23 deles representados por um cardeal pela primeira vez. Convocou cinco Assembleias do Sínodo dos Bispos: três gerais ordinárias, dedicadas à família, aos jovens e à sinodalidade; uma extraordinária, também sobre a família; e uma especial para a região Pan-Amazônica. Sua voz ergueu-se várias vezes em defesa dos inocentes. Com a pandemia da Covid-19, na noite de 27 de março de 2020, quis rezar sozinho na Praça São Pedro, cujo colunato simbolicamente abraçava Roma e o mundo, pela humanidade assustada e ferida pelo desconhecido. Os últimos anos do pontificado foram marcados por inúmeros apelos pela paz, contra a Terceira Guerra Mundial em pedaços em curso em diversos países, especialmente na Ucrânia, bem como na Palestina, Israel, Líbano e Mianmar. Após a internação

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Testamento do Santo Padre Francisco

Testamento do Santo Padre Francisco Papa Francisco  Miserando atque Eligendo Em Nome da Santíssima Trindade. Amém. Sentindo que se aproxima o ocaso da minha vida terrena e com viva esperança na Vida Eterna, desejo expressar a minha vontade testamentária somente no que diz respeito ao local da minha sepultura. Sempre confiei a minha vida e o ministério sacerdotal e episcopal à Mãe do Nosso Senhor, Maria Santíssima. Por isso, peço que os meus restos mortais repousem, esperando o dia da ressurreição, na Basílica Papal de Santa Maria Maior. Desejo que a minha última viagem terrena se conclua precisamente neste antiquíssimo santuário Mariano, onde me dirigia para rezar no início e fim de cada Viagem Apostólica, para entregar confiadamente as minhas intenções à Mãe Imaculada e agradecer-Lhe pelo dócil e materno cuidado. Peço que o meu túmulo seja preparado no nicho do corredor lateral entre a Capela Paulina (Capela da Salus Populi Romani) e a Capela Sforza desta mesma Basílica Papal, como indicado no anexo. O túmulo deve ser no chão; simples, sem decoração especial e com uma única inscrição: Franciscus. As despesas para a preparação da minha sepultura serão cobertas pela soma do benfeitor que providenciei, a ser transferida para a Basílica Papal de Santa Maria Maior e para a qual dei instruções apropriadas ao Arcebispo Rolandas Makrickas, Comissário Extraordinário do Cabido da Basílica. Que o Senhor dê a merecida recompensa àqueles que me quiseram bem e que continuarão a rezar por mim. O sofrimento que esteve presente na última parte de minha vida eu o ofereço ao Senhor pela paz no mundo e pela fraternidade entre os povos. Santa Marta, 29 de junho de 2022 In Vatican News

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Comunicado | A Páscoa do Papa Francisco

COMUNICADO A PÁSCOA DO PAPA FRANCISCO Cristo Ressuscitou! Aleluia!A Diocese de Mindelo, com a noticia emitida esta manha pela Santa Sé em como o Papa Francisco pelas 7h35 de Roma tinha regressado 4 Casa do Pai, ou seja, tinha falecido, vem manifestar o seu profundo pesar pela partida deste pastor que foi um pai, um amigo e um irmão próximo do seu rebanho, de toda a humanidade e, particularmente um amigo dos pobres, dos oprimidos, dos imigrantes e dos injustiçados.O Papa Francisco foi um dom e uma bênção para a Igreja e para a humanidade, em tempos verdadeiramente conturbados e difíceis.Recordamos o Papa Francisco com muita gratidão e carinho; pois ele foi nos nossos dias uma autêntica encarnação do Evangelho de Jesus Cristo: O seu amor pelos pobres, a luta e os esforços incansáveis pela justiça social e pela paz e o empenho para fazer da Igreja, uma Igreja sinodal que caminha e conta com todos, s4o marcas indeléveis do seu pontificado de 12 anos.Foi o Papa que procurou mostrar-nos o rosto misericordioso de Deus, que é Pai de todos e que sonha com uma humanidade onde todos, todos, todos tenham direito a dignidade de filhos de Deus e a habitarem fraternalmente este planeta; Papa da proximidade, procurou unir as religiões e os povos na variedade das suas culturas.O Papa Francisco nutria um carinho muito especial pelo povo de Cabo Verde, por isso, somos particularmente gratos e 0 confiamos aos cuidados eternos do Bom Pastor e da Virgem Maria, Mãe da Esperança.O bispo de Mindelo, neste dia do falecimento do Papa Francisco, vai presidir 4 missa de sufrágio pela sua alma, na Pró-Catedral de Nossa Senhora da Luz, pelas 18h00 e convida todos os sacerdotes, diáconos, religiosos(as) e fiéis a participarem nesta celebração de gratidão, suplica e esperança na Vida que não tem fim. Paz a sua alma! Mindelo, 21 de Abril de 2025, Segunda-feira da Oitava da Páscoa † Ildo Fortes, Bispo de Mindelo

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 “Foi uma experiência grande e forte do Espírito Santo”, D. Ildo Fortes sobre o balanço do retiro do clero

 “Foi uma experiência grande e forte do Espírito Santo”, D. Ildo Fortes sobre o balanço do retiro do clero Em jeito de balanço sobre o retiro do clero que teve lugar de 23 a 28 de fevereiro, em São Vicente, com a participação dos sacerdotes de todas as ilhas da Diocese de Mindelo, Dom Ildo Fortes considerou “extremamente positivo”. “O retiro decorreu num clima muito propício para o recolhimento, silêncio e oração. E, pelo balanço feito no fim do encontro pelos padres, ficaram muito contentes e o sentimento de todos foi que o pregador estivesse a falar para eles precisamente, uma coisa muito bonita foi escutar a voz do Espírito Santo (…) Portanto foi uma experiência, grande e forte do Espírito Santo”, acrescentou. Temas como a vocação, ser discípulo, o pastor, as nossas fragilidades foram abordadas durante o retiro com o propósito de ajudar os sacerdotes a viverem a vocação e a paixão por servir a Igreja. Conforme avançou D. Ildo Fortes, o retiro foi “muito bem” conduzido pelo Cónego Rui Pedro Carvalho, diretor espiritual do Seminário dos Olivais em Lisboa e serviu de preparação para o próximo tempo litúrgico – a Quaresma – e considera agora estarem “mais capazes de poderem ajudar o povo a viver o Tempo da Quaresma que é tempo especial e santo de caminhada para a Pascoa”. O prelado salientou o carinho dos fiéis para com os padres e manifestou gratidão a todas as pessoas que estiveram envolvidas e que apoiaram na retaguarda. O encontro do clero contou com a participação de cerca de 20 padres de todas as ilhas da Diocese do Mindelo. Para o próximo retiro, segundo D. Ildo Fortes, prevê que venha a acontecer na ilha da Boa Vista ou no Sal por forma a revezar de ilha para ilha.

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Formação do clero da Diocese de Mindelo | Dias 18-22 de Fevereiro | No Seminário Diocesano

Formação do clero da Diocese de Mindelo Dias 18-22 de Fevereiro | No Seminário Diocesano Nos dias 18 e 19 de fevereiro, o clero da diocese de Mindelo participou de uma formação sobre o tema “Uma Maneira de Ser Igreja – Dízimo e sua Correspondente Pastoral”, com o objetivo de aprofundar a compreensão sobre os fundamentos bíblicos, teológicos e eclesiais do dízimo, bem como suas dimensões e finalidades.No dia 18, o Dr. Francisco Aleluia Junior, leigo comprometido na Guiné-Bissau, compartilhou seu testemunho de fé, enfatizando que a gratidão e o reconhecimento não são apenas consequências de possuir, mas sim de amar, e que o dízimo deve ser um sacrifício de vontade própria de cada batizado.No dia 19, Dom Dirceu de Oliveira Medeiros, bispo da diocese de Camaçari, Bahia, abordou o tema sob uma ótica sinodal, partindo das raízes sacramentais do povo de Deus. Ele destacou que o batismo é o fundamento da vida cristã, que nos introduz no maior dom e que contém a graça que está na base da nossa vida e nos faz caminhar juntos como irmãos. Em seguida, Dom Dirceu abordou as etapas do discernimento eclesial, que tem como base a própria essência de Deus, isto é, dividir para multiplicar. Na tarde do dia 19, o responsável pelo dízimo da diocese de Camaçari, o leigo André, trouxe orientações para a Pastoral do Dízimo, que é uma “ação puramente eclesial que tem por finalidade motivar, planejar, organizar e executar iniciativas para a implantação e o fundamento do dízimo”. Ele enfatizou que a pastoral do dízimo deve ser um modo de reaproximar e cuidar das pessoas, provendo meios para viabilizar a Evangelização, e que seu foco deve ser o contribuinte, e não a contribuição em si.A formação do clero da Diocese de Mindelo sobre o dízimo e sua pastoral representa um passo importante para o aprofundamento da compreensão sobre a importância do dízimo como forma de sustento da Igreja e de promoção da evangelização.A manhã do dia 20, na presença do Dr. Francisco Aleluia e moderada pelo bispo de Mindelo, serviu para os padres fazerem a sua apreciação e ecos sobre a formação recebida e refletir sobra que passos podem ser dados para uma eventual pastoral do dízimo. Texto redigido pelo Seminarista Patrick Afonso

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Conferência de Dom Ildo Fortes após a visita pastoral em São Vicente

Conferência de Dom Ildo Fortes após a visita pastoral em São Vicente Na manhã de 17 de fevereiro, Dom Ildo Fortes, após concluir sua visita pastoral às paróquias da Ilha de São Vicente, realizou uma conferência de imprensa para compartilhar suas impressões sobre a experiência.Em seu diálogo com a imprensa, Dom Ildo destacou a crescente proximidade, ajuda mútua e espírito de colaboração entre a Igreja e as instituições locais. Ele expressou sua satisfação com o trabalho realizado em cada paróquia e aproveitou a oportunidade para reavivar, louvar, encorajar e consolar os fiéis, convidando-os a uma renovação de sua vida cristã e a um apostolado mais intenso.Durante a visita, foi levada uma mensagem de esperança a cada fiel e família. Dom Ildo enfatizou a importância de um olhar equitativo para com aqueles que vivem nas periferias da ilha, ressaltando que a dignidade da pessoa humana é a base de todo desenvolvimento e que o bem comum deriva da igualdade e dignidade de todas as pessoas, sendo um imperativo moral a ser promovido por todos.O prelado avaliou os compromissos pastorais e estabeleceu os pontos necessários para um caminho mais empenhado da comunidade. Foram mencionados alguns projetos, entre eles a Fundação São João Paulo II (Fratelli Tutti), que visa beneficiar famílias, crianças e idosos.Em resumo, a visita pastoral de Dom Ildo Fortes à Ilha de São Vicente fortaleceu os laços entre a Igreja e a comunidade, levando uma mensagem de esperança e renovação, e estabelecendo bases para futuros projetos em prol do bem comum.

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