Papa Leão XIV

Amoris laetitia: Papa convoca bispos do mundo para encontro sobre a família em outubro

Amoris laetitia: Papa convoca bispos do mundo para encontro sobre a família em outubro Leão XIV divulgou nesta quinta-feira (19/03) uma mensagem por ocasião dos 10 anos da Exortação Apostólica pós-sinodal Amoris laetitia, um documento do Papa Francisco, “resultado de três anos de discernimento sinodal sustentados pelo Ano Santo da Misericórdia”, recordou Prevost sobre o processo de produção da “luminosa mensagem de esperança a respeito do amor conjugal e familiar” oferecida à Igreja pelo Pontífice argentino. Um aniversário para “render graças ao Senhor pelo impulso dado ao estudo e à conversão pastoral da Igreja” em relação a temas ligados à família, “dom de Deus e escola de valorização humana”, como ensina o próprio Concílio Vaticano II, porque através do Sacramento do matrimônio, “os cônjuges cristãos constituem uma espécie de ‘Igreja doméstica’, cujo papel é essencial na educação e transmissão da fé”. Com o impulso conciliar e a Exortação Apostólica Familiaris consortio, de São João Paulo II de 1981, e “tendo em conta ‘as mudanças antropológico-culturais’”, Papa Francisco “quis comprometer ainda mais a Igreja no caminho do discernimento sinodal”, como o fez durante a XIV Assembleia Geral Ordinária do Sínodo dos Bispos sobre a família de 2015 ao exortar a uma “‘escuta recíproca’ no meio do povo de Deus”, salientando que não é “‘possível falar da família sem interpelar as famílias’”. Os ensinamentos de Amoris laetitia Leão XIV, então, procurou elencar alguns “ensinamentos valiosos” da exortação de Francisco a serviço dos jovens, dos esposos e suas famílias que devem continuar sendo encorajados: a presença amorosa e misericordiosa de Deus inclusive diante de crises familiares; o convite para adotar ‘o olhar de Jesus’, estimulando incansavelmente o amor dentro de casa; o apelo a descobrir que o amor no matrimônio, real e limitado, ‘sempre dá vida’; a necessidade de criar novos caminhos pastorais e de reforçar a educação dos filhos, junto a uma Igreja que acompanha as famílias e procura promover a sua espiritualidade. O próprio Papa recordou durante o Jubileu da Esperança, ao afirmar aos jovens reunidos em Tor Vergata, em Roma, e, assim, às famílias das futuras gerações, sobre a importância de aprender com a “vocação ao matrimônio exatamente no reconhecimento da fragilidade”: “temos também de apoiar as famílias, em particular aquelas que sofrem tantas formas de pobreza e violência presentes na sociedade contemporânea”. A existência se renova constantemente no amor, afirmou o Pontífice, por isso “agradeçamos ao Senhor pelas famílias que, apesar das dificuldades e desafios, vivem ‘a espiritualidade do amor familiar […] feita de milhares de gestos reais e concretos’”. A gratidão de Leão XIV também foi dirigida aos pastores, agentes pastorais, associações de fiéis e movimentos eclesiais empenhados na pastoral familiar, tão essencial no “nosso tempo marcado por rápidas transformações”:  compromisso da Igreja nesse campo “deve ser renovado e aprofundado, para que aqueles que o Senhor chama ao matrimônio e à família possam viver o seu amor conjugal em Cristo e os jovens se sintam atraídos pela intensidade da vocação matrimonial na Igreja”.  Leia a íntegra da mensagem de Leão XIV pelos 10 anos de Amoris Laetitia   Bispos do mundo em outubro, no Vaticano E, no aniversário de 10 anos da Exortação Apostólica pós-sinodal Amoris laetitia, do Papa Francisco, sob “a intercessão de São José, guardião da Sagrada Família de Nazaré”, Leão XIV convocou os bispos do mundo para encontro internacional no Vaticano sobre o tema da família: “Considerando as mudanças que continuam influenciando as famílias, decidi convocar, para outubro de 2026, os presidentes das Conferências Episcopais de todo o mundo, a fim de proceder, na escuta recíproca, a um discernimento sinodal sobre os passos a dar na transmissão do Evangelho às famílias de hoje, à luz da Amoris laetitia e levando em conta o que se está realizando nas Igrejas locais.” O Jubileu das Famílias no início de junho de 2025, no Ano da Esperança   (@Vatican Media) In Vatican News

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A Diocese de Mindelo saúda o novo Pastor da Diocese de Santiago

A Diocese de Mindelo saúda o novo Pastor da Diocese de Santiago “O Senhor visitou o seu povo” (cf. Lc 7,16)É com profunda alegria e em espírito de comunhão fraterna que a Diocese do Mindelo recebeu, no dia de hoje, a notícia da nomeação do novo Bispo da Diocese de Santiago de Cabo Verde, realizada por Sua Santidade, o Papa Leão XIV.A nomeação de um Bispo é, para a Igreja Particular, a renovação da sua apostolicidade. Como ensina o Concílio Vaticano II, o Bispo é o “princípio e o fundamento visível da unidade” na sua Igreja. Ao acolhermos esta notícia, celebramos a solicitude do Santo Padre para com o povo de Deus que peregrina nas ilhas do Sotavento.Ao novo Bispo, que assume agora a missão de guiar a porção do povo de Deus em Santiago, expressamos a nossa proximidade espiritual. Que o seu ministério seja marcado pela configuração a Cristo Bom Pastor, sendo mestre da doutrina, sacerdote do culto sagrado e ministro do governo.Neste dia de festa para a nossa Diocese Irmã, o nosso Bispo, Dom Ildo Fortes, juntamente com o clero, religiosos e todos os fiéis do Mindelo, elevam as suas orações: Diocese de Santiago; Pelo novo Bispo.Sob a proteção de Nossa Senhora da Luz e de São Tiago Menor, caminhamos juntos, como Igreja Una, Santa, Católica e Apostólica, testemunhando o Reino de Deus nestas ilhas. ————————————————————————————————————- Dom Teodoro, até agora Bispo da Diocese de Ponta de Pedras, no Estado do Pará, no Brasil, nasceu em 7 de janeiro de 1964, na Ilha de Santiago, em Cabo Verde.Em 1984, aos vinte anos, ingressou na Congregação dos Missionários do Espírito Santo (Espiritanos), tendo feito sua profissão religiosa em 1986.Sua ordenação presbiteral aconteceu em 11 de junho de 1993 e, em novembro de 1994, foi enviado como missionário ao Brasil, para trabalhar na prelazia de Tefé, no Amazonas. O então padre Teodoro trabalhou por 16 anos nessa prelazia e, nesse período, exerceu inúmeras funções.O Papa Bento XVI o nomeou, em dia 16 de fevereiro de 2011, bispo auxiliar da arquidiocese de Belém do Pará. Foi ordenado bispo no dia 8 de maio de 2011 na Ilha de Santiago, por dom Alberto Taveira Corrêa. Em 10 de junho de 2015, o Papa Francisco, o nomeou bispo coadjutor de Ponta de Pedras, no Arquipélago do Marajó, no Pará. Em 23 de setembro de 2015, o Papa Francisco, o nomeou bispo diocesano de Ponta de Pedras.O Ecumenismo é uma área na qual dom Teodoro tem especialização.Em 1995, obteve o título de mestre em Ecumenismo pelo Trinity College, em Dublin.Foi bispo referencial para o Ecumenismo no regional Norte 2, professor de Ecumenismo e Diálogo inter-religioso, além de responsável pela Pastoral Ecuménica da arquidiocese de Belém e da Pastoral das Comunidades Ribeirinhas.A 3 de julho de 2025 o Papa Leão XIV nomeou-o membro do Dicastério para o Diálogo Inter-religioso da Santa Sé. Dom Teodoro Também possui pós-graduação em Desenvolvimento, com especialização em Estudos Franceses Modernos.A tomada de posse do novo Bispo está prevista para o dia 3 de maio de 2026. Até lá o Cardeal Arlindo Gomes Furtado continuará a assegurar a governação pastoral da Diocese de Santiago de Cabo Verde na qualidade de Administrador Apostólico.

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Mensagem de Sua Santidade Papa Leão XIV para Quaresma 2026

Mensagem de Sua Santidade Papa Leão XIV para Quaresma 2026 Escutar e jejuar. Quaresma como tempo de conversão Queridos irmãos e irmãs! A Quaresma é o tempo em que a Igreja, com solicitude maternal, nos convida a recolocar o mistério de Deus no centro da nossa vida, para que a nossa fé ganhe novo impulso e o coração não se perca entre as inquietações e as distrações do quotidiano. Todo o caminho de conversão começa quando nos deixamos alcançar pela Palavra e a acolhemos com docilidade de espírito. Existe, portanto, um vínculo entre o dom da Palavra de Deus, a hospitalidade que lhe oferecemos e a transformação que ela realiza. Por isso, o itinerário quaresmal torna-se uma ocasião propícia para dar ouvidos à voz do Senhor e renovar a decisão de seguir Cristo, percorrendo com Ele o caminho que sobe a Jerusalém, onde se realiza o mistério da sua paixão, morte e ressurreição. Escutar Este ano gostaria de chamar a atenção, em primeiro lugar, para a importância de dar lugar à Palavra através da escuta, pois a disponibilidade para escutar é o primeiro sinal com que se manifesta o desejo de entrar em relação com o outro. O próprio Deus, revelando-se a Moisés na sarça ardente, mostra que a escuta é uma característica distintiva do seu ser: «Eu bem vi a opressão do meu povo que está no Egipto, e ouvi o seu clamor» (Ex 3, 7). Escutar o clamor dos oprimidos é o início de uma história de libertação, na qual o Senhor envolve também Moisés, enviando-o a abrir um caminho de salvação para os seus filhos reduzidos à escravidão. É um Deus que nos envolve e, hoje, também vem até nós com os pensamentos que fazem vibrar o seu coração. Por isso, escutar a Palavra na liturgia educa-nos para uma escuta mais verdadeira da realidade: entre as muitas vozes que passam pela nossa vida pessoal e social, as Sagradas Escrituras tornam-nos capazes de reconhecer aquela que surge do sofrimento e da injustiça, para que não fique sem resposta. Entrar nesta disposição interior de recetividade significa deixar-se instruir hoje por Deus para escutar como Ele, até reconhecer que «a condição dos pobres representa um grito que, na história da humanidade, interpela constantemente a nossa vida, as nossas sociedades, os sistemas políticos e económicos e, sobretudo, a Igreja». [1] Jejuar Se a Quaresma é um tempo de escuta, o jejum constitui uma prática concreta que nos predispõe a acolher a Palavra de Deus. Na verdade, a abstinência de alimentos é um exercício ascético muito antigo e insubstituível no caminho da conversão. Precisamente porque implica o corpo, torna mais evidente aquilo de que temos “fome” e o que consideramos essencial para o nosso sustento. Portanto, é útil para discernir e ordenar os “apetites”, para manter vigilante a fome e a sede de justiça, subtraindo-a à resignação e instruindo-a a fim de se tornar oração e responsabilidade para com o próximo. Com grande sensibilidade espiritual, Santo Agostinho deixa transparecer a tensão entre o tempo presente e a realização futura que atravessa esta salvaguarda do coração, quando observa que: «Ao longo da vida terrena, cabe aos homens ter fome e sede de justiça, mas ser saciados pertence à outra vida. Os anjos saciam-se deste pão, deste alimento. Os homens, pelo contrário, sentem fome dele, estão inclinados ao seu desejo. Esta inclinação ao desejo dilata a alma, aumentando a sua capacidade». [2] Compreendido neste sentido, o jejum permite-nos não só disciplinar o desejo, purificá-lo e torná-lo mais livre, mas também ampliá-lo, de tal modo que se volte para Deus e se oriente para agir no bem. No entanto, para que o jejum conserve a sua autenticidade evangélica e evite a tentação de envaidecer o coração, deve ser sempre vivido com fé e humildade. Ele exige um permanente enraizar-se na comunhão com o Senhor, porque «não jejua verdadeiramente quem não sabe alimentar-se da Palavra de Deus». [3] Como sinal visível do nosso compromisso interior de, com o apoio da graça, nos afastarmos do pecado e do mal, o jejum deve incluir também outras formas de privação destinadas a fazer-nos assumir um estilo de vida mais sóbrio, pois «só a austeridade torna forte e autêntica a vida cristã». [4] Por isso, gostaria de vos convidar a uma forma de abstinência muito concreta e frequentemente pouco apreciada, ou seja, a abstinência de palavras que atingem e ferem o nosso próximo. Comecemos por desarmar a linguagem, renunciando às palavras mordazes, ao juízo temerário, ao falar mal de quem está ausente e não se pode defender, às calúnias. Em vez disso, esforcemo-nos por aprender a medir as palavras e a cultivar a gentileza: na família, entre amigos, nos locais de trabalho, nas redes sociais, nos debates políticos, nos meios de comunicação social, nas comunidades cristãs. Assim, muitas palavras de ódio darão lugar a palavras de esperança e paz. Juntos Por fim, a Quaresma realça a dimensão comunitária da escuta da Palavra e da prática do jejum. A Escritura sublinha também este aspeto de várias maneiras. Por exemplo, ao narrar no livro de Neemias que o povo se reuniu para escutar a leitura pública do livro da Lei e, praticando o jejum, se dispôs à confissão de fé e à adoração, a fim de renovar a aliança com Deus (cf. Ne 9, 1-3). Do mesmo modo, as nossas paróquias, famílias, grupos eclesiais e comunidades religiosas são chamadas a percorrer, durante a Quaresma, um caminho partilhado, no qual a escuta da Palavra de Deus, assim como do clamor dos pobres e da terra, se torne forma de vida comum e o jejum suporte um verdadeiro arrependimento. Neste contexto, a conversão diz respeito não só à consciência do indivíduo, mas também ao estilo das relações, à qualidade do diálogo, à capacidade de se deixar interpelar pela realidade e de reconhecer o que realmente orienta o desejo, tanto nas nossas comunidades eclesiais como na humanidade sedenta de justiça e reconciliação. Caríssimos, peçamos a graça de uma Quaresma que torne os nossos ouvidos mais atentos a Deus e aos últimos. Peçamos a força dum jejum que também

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Jubileu das Equipas Sinodais leva Roma dois delegados

Jubileu das Equipas Sinodais leva Roma dois delegados Frei José Pires e Fátima Almeida foram os representantes da Diocese de Mindelo naquele que foi o evento mais aguardado dos últimos tempos, na Igreja. Trata-se do Jubileu das Equipas Sinodais que decorreu em Roma, de 24 a 26 de Outubro. O evento tinha como objectivo dar reconhecimento ao precioso serviço desenvolvido por esses organismos a nível mundial e pelas pessoas que neles trabalham, colocando a construção de uma Igreja cada vez mais sinodal no horizonte da esperança jubilar, reza um comunicado emanado da Santa Sé. O encontro marcou um momento significativo da fase de implementação das diretrizes emanadas do Documento Final da XVI Assembleia Ordinária do Sínodo dos Bispos. De regresso à Cabo Verde, o Frei José Pires fala da 1ª fase diocesana e faz o ecco desse encontro internacional. Em Roma, uma Agenda rica com passagem pela Porta Santa, partilha de experiências em mais de 100 pequenos grupos linguísticos, workshops e seminários aprofundados em 25 seminários linguísticos e 6 temáticos sobre a conversão missionária e sinodal da Igreja seguida de vigília noturna de Oração Mariana na Praça de São Pedro. Em Roma também foram apresentados ao Papa Leão XIV o ponto da situação do Sínodo, refere o prebítero. Palavras de agradecimento por esta oportunidade e pela experiência única vivida alí no centro da catolicidade. O Frei José Pires deixa agradecimentos pela experiência única, vivida alí no centro da catolicidade. Os delegados da Diocese de Mindelo participaram ainda numa celebração Eucarística na comunidade TRANOI com a diáspora caboverdiana, em Roma. Um trabalho com coordenadores paroquiais será feito em todas as 17 paróquias da Diocese de Mindelo de forma a implementar as directerizes sinodais, garante o responsável.

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Missão, serviço e jubileu: Irmãs Orionitas de Cabo Verde seguem as sendas de São Luís Orione

Missão, serviço e jubileu: Irmãs Orionitas de Cabo Verde seguem as sendas de São Luís Orione A religiosa caboverdiana Rosa Delgado Rocha da Congregação das Pequenas Irmãs Missionárias da Caridade (Orionitas) que participou no Jubileu da Vida Consagrada que decorreu em Roma de 8 a 12 de Outubro de 2025 considera de extraordinários os dias que compreenderam as catequeses com significados profundos, encontros com religiosos e religiosas de todo o mundo, convivio com as caboverdianas que para lá se deslocaram, bem como a participação na Eucaristia presidida pelo Papa Leão XIV. A religiosa relembra os verbos e afirma que o jubileu foi um revigorar o serviço da missão. Na sua missão de conselheira geral da congregação, a religiosa se encontra neste momento na ilha de Santo Antão, depois de ter passado também pelas comunidades, na ilha de Santiago. Em Cabo Verde acompanha a missão e a obra educativa que completa 10 anos de existência. As Irmãs Orionitas estão intensamente e animadas na esperança confirma a religiosa dentro do carisma que compreende promoção humana, educacional e pastoral paroquial. A congragação das Irmãs Orionitas tem mais de mil religiosas que vivem e trabalham em todos os continentes. Em Cabo Verde marcam presença desde fevereiro de 1979.

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Nota doutrinal sobre os títulos marianos: Mãe do povo fiel, não Corredentora

Nota doutrinal sobre os títulos marianos: Mãe do povo fiel, não Corredentora “Mater populi fidelis” é o título da Nota doutrinária publicada esta terça-feira, 4 de novembro, pelo Dicastério para a Doutrina da Fé. Assinada pelo Prefeito, cardeal Víctor Manuel Fernández, e pelo secretário da seção doutrinária, monsenhor Armando Matteo, a Nota foi aprovada pelo Papa em 7 de outubro passado. É fruto de um longo e articulado trabalho colegiado. Trata-se de um documento doutrinal sobre a devoção mariana, com foco na figura de Maria, associada à obra de Cristo como Mãe dos fiéis. A Nota fornece um importante fundamento bíblico para a devoção a Maria, além de reunir diversas contribuições dos Padres, dos Doutores da Igreja, dos elementos da tradição oriental e do pensamento dos últimos Pontífices. Dentro desse quadro positivo, o texto doutrinal analisa diversos títulos marianos, valorizando alguns deles e alertando para o uso de outros. Títulos como Mãe dos fiéis, Mãe espiritual e Mãe do povo fiel são particularmente apreciados pela Nota. O título de Corredentora, por sua vez, é considerado impróprio e inadequado. O título de Mediadora é considerado inaceitável quando assume um significado que é exclusivo de Jesus Cristo, mas é considerado precioso quando expressa uma mediação inclusiva e participativa que glorifica o poder de Cristo. Os títulos de Mãe da graça e Mediadora de todas as graças são considerados aceitáveis ​​em alguns sentidos muito específicos, mas uma explicação particularmente ampla é oferecida em relação aos significados que podem apresentar riscos.   Essencialmente, a Nota reafirma a doutrina católica, que sempre enfatizou como tudo em Maria é direcionado para a centralidade de Cristo e sua ação salvífica. Portanto, embora alguns títulos marianos possam ser explicados por meio de uma exegese correta, considera-se preferível evitá-los. Em sua apresentação, o cardeal Fernández valoriza a devoção popular, mas adverte contra grupos e publicações que propõem um desenvolvimento dogmático particular e levantam dúvidas entre os fiéis, inclusive por meio das redes sociais. O principal problema, na interpretação desses títulos aplicados à Virgem Maria, diz respeito à forma de compreender a associação de Maria na obra da redenção de Cristo (3). Corredentora Em relação ao título “Corredentora”, a Nota recorda que alguns Papas “usaram este título sem se deterem para o explicar. Geralmente, apresentaram-no em relação à maternidade divina e em referência à união de Maria com Cristo junto à Cruz redentora. O Concílio Vaticano II decidiu não usar este título “por razões dogmáticas, pastorais e ecuménicas”. São João Paulo II “usou-o, pelo menos em sete ocasiões, ligando-o sobretudo ao valor salvífico do nosso sofrimento oferecido ao lado do de Cristo, a quem Maria está unida especialmente aos pés da Cruz” (18). O documento cita uma discussão interna na então Congregação para a Doutrina da Fé, que em fevereiro de 1996 discutiu o pedido para proclamar um novo dogma sobre Maria como “Corredentora ou Mediadora de todas as graças”. O parecer de Ratzinger era contrário: “O significado preciso dos títulos não é claro e a doutrina neles contida não está madura… Ainda não está claro como a doutrina expressa nos títulos está presente nas Escrituras e na tradição apostólica”. Posteriormente, em 2002, o futuro Bento XVI também se expressou publicamente da mesma forma: “A fórmula ‘Corredentora’ distancia-se demasiadamente da linguagem das Escrituras e da patrística e, portanto, causa mal-entendidos… Tudo vem d’Ele, como afirmam sobretudo as Epístolas aos Efésios e aos Colossenses. Maria é o que é graças a Ele.” O termo “Corredentora” obscureceria sua origem”. O cardeal Ratzinger, esclarece a Nota, não negou que houvesse boas intenções e aspectos valiosos na proposta de usar esse título, mas sustentou que se tratava de “terminologia incorreta” (19). O Papa Francisco expressou sua posição claramente contra o uso do título Corredentora pelo menos três vezes. O documento doutrinal a esse respeito conclui: “É sempre inapropriado usar o título de Corredentora para definir a cooperação de Maria. Esse título corre o risco de obscurecer a mediação salvífica única de Cristo e, portanto, pode gerar confusão e desequilíbrio na harmonia das verdades da fé cristã… Quando uma expressão requer inúmeras e contínuas explicações para evitar que se afaste do significado correto, ela não serve à fé do Povo de Deus e se torna inapropriada” (22). Medianeira A Nota enfatiza que a expressão bíblica referente à mediação exclusiva de Cristo “é peremptória”. Cristo é o único Mediador (24). Por outro lado, destaca “o uso muito comum do termo ‘mediação’ nas mais diversas esferas da vida social, onde é entendido simplesmente como cooperação, assistência, intercessão. Consequentemente, é inevitavelmente aplicado a Maria em um sentido subordinado e de modo algum pretende acrescentar qualquer eficácia ou poder à mediação única de Jesus Cristo” (25). Além disso – reconhece o documento – “é evidente que houve uma mediação real de Maria para tornar possível a verdadeira Encarnação do Filho de Deus em nossa humanidade” (26). Mãe dos fiéis e Mediadora de todas as graças A função materna de Maria “de modo algum obscurece ou diminui” a mediação única de Cristo, “mas demonstra sua eficácia”. Assim entendida, “a maternidade de Maria não pretende enfraquecer a adoração única que é devida somente a Cristo, mas antes estimulá-la”. Devemos, portanto, evitar, afirma a Nota, “títulos e expressões referentes a Maria que a apresentem como uma espécie de ‘para-raios’ diante da justiça do Senhor, como se Maria fosse uma alternativa necessária à misericórdia insuficiente de Deus” (37, b). O título de “Mãe dos fiéis” permite-nos falar de “uma ação de Maria também em relação à nossa vida de graça” (45). Devemos, no entanto, ter cuidado com expressões que possam transmitir “conteúdos menos aceitáveis” (45). O cardeal Ratzinger explicou que o título de Maria mediadora de todas as graças não se fundamenta claramente na Revelação divina e, em consonância com essa convicção – explica o documento – podemos reconhecer as dificuldades que acarreta tanto na reflexão teológica como na espiritualidade” (45). De fato, “Nenhuma pessoa humana, nem mesmo os Apóstolos ou a Virgem Santíssima, pode agir como dispensador universal da graça. Só Deus pode dar a graça e o faz através da humanidade de Cristo” (53). Títulos como Mediadora de todas as

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Divulgado o tema do Dia Mundial das Missões 2026

Divulgado o tema do Dia Mundial das Missões 2026 No dia que encerra o mês tradicionalmente dedicado às missões, é anunciado o tema escolhido pelo Santo Padre para o próximo Dia Mundial das Missões, que será celebrado em 18 de outubro de 2026, como todos os anos, no penúltimo domingo de outubro. “Um em Cristo, unidos na missão” é o tema do Dia Mundial das Missões, que no próximo ano comemora o centenário de sua instituição pelo Papa Pio XI, por sugestão da Pontifícia Obra para a Propagação da Fé.O Papa Leão XIV, no seu apelo enviado este ano em apoio ao Dia Mundial das Missões, enfatizou sua singularidade como uma ocasião privilegiada em que toda a Igreja se une em oração pelos missionários e pela fecundidade de seu trabalho apostólico. O Sumo Pontífice, recordando sua experiência pessoal como sacerdote e depois como bispo missionário no Peru, afirmou: “Vi com meus próprios olhos como a fé, a oração e a generosidade demonstradas neste Dia podem transformar comunidades inteiras”. O próximo passo na preparação para o Dia Mundial das Missões de 2026 será a divulgação da mensagem do Santo Padre nos primeiros meses do ano, que se tornará o fio condutor das muitas iniciativas para inspirar e fomentar o espírito missionário e a responsabilidade entre todos os fiéis ao longo deste ano significativo, durante o qual irá se celebrar o 110º aniversário da fundação da Pontifícia União Missionária, descrita por São Paulo VI como “a alma das outras Pontifícias Sociedades Missionárias” (Pontifícia Obra para a Propagação da Fé, Pontifícia Obra da Infância e da Adolescência Missionária, Pontifícia Obra Missionária de São Pedro Apóstolo e União Missionária). Estas quatro obras, cada uma com a sua especificidade, dedicam-se em conjunto a promover a responsabilidade missionária nos batizados e a apoiar as novas Igrejas particulares (cf. Constituição Apostólica Praedicate Evangelium Art. 67 §1).

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Divulgados o programa e o logotipo da viagem do Papa à Turquia e ao Líbano

Divulgados o programa e o logotipo da viagem do Papa à Turquia e ao Líbano A Sala de Imprensa da Santa Sé divulgou, nesta segunda-feira (27/10), o programa da primeira viagem do Papa Leão XIV à Turquia e ao Líbano, de 27 de novembro a 2 de dezembro, por ocasião dos 1700 anos do Primeiro Concílio de Niceia. Primeira etapa, Turquia Na quinta-feira, 27 de novembro, o Santo Padre partirá às 7h40 locais (3h40 no horário de Brasília) do Aeroporto Internacional de Roma/Fiumicino com destino a Ancara, na Turquia. A chegada está prevista para às 12h30 locais (6h30 horário de Brasília) ao Aeroporto Internacional de Ancara/Esenboğa onde se realizará a recepção oficial. Às 13h30 (7h30 de Brasília), o Santo Padre visitará o Mausoléu de Atatürk, às 14h10, haverá a cerimônia de boas-vindas no Palácio Presidencial, e às 14h40, a visita ao presidente da República. Às 15h30, Leão XIV se encontrará com as autoridades, a sociedade civil e o corpo diplomático. Ali, fará seu primeiro discurso. Às 17h20, o Papa se despedirá da capital no Aeroporto Internacional de Ancara/Esenboğa. Às 17h35 partirá do Aeroporto Internacional de Ancara/Esenboğa com destino a Istambul, onde chegará por volta das 19h ao Aeroporto Atatürk de Istambul. Logotipo da viagem do Papa Leão XIV à Turquia Sexta-feira, 28 de novembro Na sexta-feira, 28 de novembro, haverá o encontro de oração com os bispos, os sacerdotes, os diáconos, os consagrados, as consagradas e os agentes pastorais na Catedral do Espírito Santo, às 9h30 locais, em Istambul. Ali, o Papa fará seu segundo discurso. Às 10h40, Leão XIV visitará a Casa de Acolhimento para Idosos das Pequenas Irmãs dos Pobres. Haverá uma saudação do Santo Padre. Às 14h15, o traslado de helicóptero para Iznik, e às 15h30 o Encontro Ecumênico de Oração próximo às escavações arqueológicas da antiga Basílica de São Neófito, em Iznik. Ali, o Papa fará outro discurso. Às 16h30, o Papa voltará de helicóptero para Istambul e às 18h30 haverá o encontro privado com os bispos na Delegação Apostólica. Sábado, 29 de novembro No sábado, 29 de novembro, às 9h, Leão XIV visitará a Mesquita do Sultão Ahmet. Às 9h45, haverá o encontro privado com os chefes das igrejas e comunidades cristãs na Igreja Ortodoxa Siríaca de Mor Ephrem. Às 15h30, a Doxologia na Igreja Patriarcal de São Jorge. Ali, fará uma saudação. Às 15h50, haverá o encontro com o Patriarca Bartolomeu I e a assinatura da Declaração Conjunta no Palácio Patriarcal. Depois, às 17h haverá a Santa Missa na “Volkswagen Arena” com a homilia do Santo Padre. No domingo, 30 de novembro, o Papa fará, às 9h30, a visita de oração à Catedral Apostólica Armênia. Haverá uma saudação do Santo Padre. Às 10h30, a Divina Liturgia na Igreja Patriarcal de São Jorge. Ali, o Papa fará um discurso. Às 12h30, a Bênção Ecumênica. Às 13h, o Santo Padre almoçará com o Patriarca Bartolomeu I no Patriarcado Ecumênico. Segunda etapa, Líbano Às 14h15, se realizará a cerimônia de despedida no Aeroporto de Istambul/Atatürk. Às 14h45, o Santo Padre partirá do Aeroporto de Istambul/Atatürk para Beirute onde chegará por volta das 15h45 ao Aeroporto Internacional de Beirute. Ali, se realizará a cerimônia de boas-vindas. Logotipo da viagem do Papa Leão XIV ao Líbano Às 16h45, Leão XIV fará uma visita de cortesia ao presidente da República no Palácio Presidencial, às 17h15 haverá o encontro com o presidente da Assembleia Nacional. Às 17h30, se encontrará com o primeiro-ministro e, às 18h, se encontrará com as autoridades, a sociedade civil e o Corpo diplomático. Ali, fará um discurso. Segunda-feira, 1º de dezembro Na segunda-feira, 1º de dezembro, às 9h45 o Papa fará uma visita e rezará no túmulo de São Charbel Makluf, no Mosteiro de São Maroun, em Annaya. Haverá a saudação do Santo Padre. Às 11h20, se encontrará com os bispos, sacerdotes, consagrados e consagradas e agentes pastorais no Santuário de Nossa Senhora do Líbano, em Harissa. Ali, o Santo Padre fará um discurso. Às 12h30, o encontro privado com os Patriarcas católicos na Nunciatura Apostólica, e às 16h, o encontro Ecumênico e Inter-religioso na Praça dos Mártires, em Beirute. Ali, o Papa fará outro discurso. Às 17h45, o Santo Padre se encontrará com os jovens na praça em frente ao Patriarcado de Antioquia dos Maronitas, em Bkerké. Haverá um discurso do Santo Padre. Terça-feira, 2 de dezembro Na terça-feira, 2 de dezembro, às 8h30, Leão XIV fará uma visita aos funcionários e pacientes do Hospital “De La Croix”, em Jal ed Dib. Haverá uma saudação do Santo Padre. Às 9h30, o Santo Padre fará uma oração silenciosa no local da explosão no Porto de Beirute e, às 10h30, celebrará a Santa Missa no “Beirute Waterfront” e fará a homilia. Às 12h45, haverá a cerimônia de despedida no Aeroporto Internacional de Beirute, e o discurso do Santo Padre. Às 13h15, o Papa partirá do Aeroporto Internacional de Beirute com destino a Roma onde chegará por volta das 16h10 ao Aeroporto Internacional de Roma/Fiumicino. Lemas e logotipos da viagem Além do programa, a Sala de Imprensa da Santa Sé publicou, nesta segunda-feira (27/10), os logotipos e lemas da Viagem Apostólica do Papa Leão XIV. O logotipo da viagem à Turquia  apresenta um círculo envolvendo a Ponte dos Dardanelos, aludindo ao encontro entre Ásia e Europa e a Cristo como ponte entre Deus e a humanidade. Ondas fluem sob a ponte, evocando a água batismal e o Lago Iznik; à direita, está a Cruz do Jubileu de 2025, enquanto no alto à esquerda, três círculos entrelaçados representam a Santíssima Trindade. O conjunto expressa visualmente o lema da Viagem: “Um só Senhor, uma só fé, um só batismo” (Ef 4,5): o círculo simboliza a unicidade de Deus, a ponte, a única fé que une os povos, e as ondas, o batismo que regenera os filhos de Deus, convidando a construir a fraternidade e o diálogo entre Oriente e Ocidente. O logotipo da viagem ao Líbano representa o Papa com a mão direita erguida em sinal de bênção, ao seu lado uma

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Diocese de Mindelo com dois elementos no Jubileu das Equipas Sinodais em Roma, de 24 a 26 de Outubro

Diocese de Mindelo com dois elementos no Jubileu das Equipas Sinodais em Roma, de 24 a 26 de Outubro Frei José Pires e Fátima Almeida são os representantes naquele que é o evento mais aguardado dos últimos tempos, na Igreja. Trata-se do primeiro momento coletivo na fase de implementação, chamada a traduzir as diretrizes do Documento Final em escolhas pastorais e estruturais coerentes com a natureza sinodal da Igreja. O evento pretende ainda dar reconhecimento ao precioso serviço desenvolvido por esses organismos e pelas pessoas que neles trabalham, colocando a construção de uma Igreja cada vez mais sinodal no horizonte da esperança jubilar, diz um comunicado emanado da Santa Sé. O encontro marca um momento significativo da fase de implementação das diretrizes emanadas do Documento Final da XVI Assembleia Ordinária do Sínodo dos Bispos. Segundo a Agenda, na tarde de sexta feira, 24, as equipas e os organismos de participação se encontraram com o Papa Leão XIV, na Sala Paulo VI para um diálogo, seguido por aprofundamentos sobre os temas sinodais. O dia de sábado, será dedicado à peregrinação em si e à passagem pela Porta Santa. Mais de cem pequenos grupos linguísticos partilham as suas experiências por meio do método da Conversação no Espírito. Serão ainda realizados workshops e seminários, aprofundados, 25 seminários linguísticos e 6 temáticos sobre a conversão missionária e sinodal da Igreja seguida de vigília noturna de Oração Mariana na Praça de São Pedro, aberta a todos os peregrinos em Roma. No domingo o Papa Leão XIV presidirá a Missa na Basílica Vaticana. Estima-se uma participação de aproximadamente 2 mil membros das equipes sinodais e dos organismos de participaão (conselho presbiteral, conselho pastoral, conselho para assuntos econômicos, etc.) em nível diocesano/paroquial, nacional e/ou em nível dos grupos de Igreja de todo o mundo. Da tarde de domingo, 26 até segunda-feira, 27 de outubro, se reunirá o Conselho Ordinário da Secretaria Geral do Sínodo.

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Peregrinos da Diocese de Mindelo, revigorados na fé já regressaram à Cabo Verde

Peregrinos da Diocese de Mindelo, revigorados na fé já regressaram à Cabo Verde No âmbito do Jubileu de Esperança  que decorre ao longo deste ano de 2025, peregrinos da Diocese de Mindelo juntamente com o Bispo, Dom Ildo Fortes se deslocaram à Roma, Itália para celebrar o nascimento de Jesus Cristo, no centro da catolicidade.O sentimento ao percorrer as estradas, os lugares importantes da História da Igreja, revigora a fé do cristão, sentimento unânime.Entrar pelas Portas Santas, percorrer as quatro Basílicas principais, a Escada Santa, visitar as catacumbas de São Calixto, ouvir falar do santo Pier Giorgio Frassati, em Assis, encontrar com os Santos Francisco, Clara e Carlo Acutis, escutar as histórias, visitar a Rádio Vaticano e na Praça São Pedro serem saudados pelo Papa Leão XIV, foram momentos de graça, revelaram 3 dos 36 peregrinos que já regressaram á Cabo Verde.Lúcia Gracia da ilha do Fogo e residente na ilha do Sal diz regressar com a alma cheia que não consegue explicar. Experiência única, uma mistura de emoções diz outra peregrina Maria Rodrigues da ilha de Santo Antão encantada por estar em Roma 25 anos depois. Ela desenha a sensação de comunhão eclesial. Gratidão a Deus, expressa Neusa Semedo, peregrina pela primeira vez. A mesma faz questão de marcar presença nas próximas, organizadas pela Diocese de Mindelo. Lúcia Garcia, Maria Rodrigues e Neusa Semedo com testemunhos da peregrinação jubilar 2025 que aconteceu de 19 a 27 de Setembro com um itinerário: Roma e Assis, na Itália.Fátima, onde os cristãos têm Mãe e Santarém em Portugal também receberam os peregrinos que visitaram e celebraram na Basílica do Milagre Eucarístico, onde São Carlo Acutis também esteve.Peregrinação numa altura em que a Igreja de Jesus Cristo em Cabo Verde caminha para a celebração dos 500 anos da criação de Diocese de Santiago e 30 anos da Diocese de Mindelo em 2033, renovando, fazendo memória mas, com os olhos postos no futuro, em relação à evangelização.

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