Diocese de Mindelo

2º DIA DA NOVENA: O Messias é o Rei da Paz (Is 11, 1-9)

2º DIA DA NOVENA O Messias é o Rei da Paz Do Livro do Profeta Isaías (Is 11, 1-9) 1Brotará um rebento do tronco de Jessé,e um renovo brotará das suas raízes.2Sobre ele repousará o espírito do SENHOR:espírito de sabedoria e de entendimento,espírito de conselho e de fortaleza,espírito de ciência e de temor do SENHOR.3Não julgará pelas aparênciasnem proferirá sentenças somente pelo que ouvir dizer;4mas julgará os pobres com justiça,e com equidade os humildes da terra;ferirá os tiranos com os decretos da sua boca,e os maus com o sopro dos seus lábios.5A justiça será o cinto dos seus rins,e a lealdade circundará os seus flancos.6Então o lobo habitará com o cordeiro,e o leopardo deitar-se-á ao lado do cabrito;o novilho e o leão comerão juntos,e um menino os conduzirá.7A vaca pastará com o urso,e as suas crias repousarão juntas;o leão comerá palha como o boi.8A criancinha brincará na toca da víborae o menino desmamado meterá a mão na toca da serpente.9Não haverá dano nem destruição em todo o meu santo monte,porque a terra está cheia de conhecimento do SENHOR,tal como as águas que cobrem a vastidão do mar. MEDITAÇÃO          A Paz Cristã, não é apenas uma construção humana. É uma busca, que nos leva a identificar-se com o próprio Cristo. É revestir-se dos mesmos sentimentos que habitavam e habitam o coração de Cristo. O Messias é aquele que vem devolver ao mundo a Paz de Deus. Ele que disse: “deixo-vos a Paz, dou-vos a minha Paz” (Jo 14,27). Uma paz que transforma as nossas angústias e incertezas em encontro com Deus. Em alegria pela, conscientes de que não temos aqui morada permanente. É a paz que nos faz deixar a nossa rebelião interior que sempre nos leva ao pecado e ao afastamento de Deus. Esta paz nos leva a penitencia e a reconciliação com Deus e com o próximo. Onde as armas das guerras serão transformadas em instrumentos de paz e de construção de um mundo novo. É uma paz que harmoniza o homem com toda a criação. E toda a criação se harmoniza com Deus. Rezar pela Paz: Sugestões: Procure mediar a reconciliação entre irmãos; Perdoe e busque o perdão do irmão (ã) ofendido(a).

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1º DIA DA NOVENA: A vinda e a missão do Messias (Is 9, 1-7)

1º DIA DA NOVENA A vinda e a missão do Messias Do Livro do Profeta Isaías (Is 9, 1-7) 1O povo que andava nas trevas viu uma grande luz; habitavam numa terra de sombras,mas uma luz brilhou sobre eles.2Multiplicaste a alegria, aumentaste o júbilo;alegram-se diante de ticomo os que se alegram no tempo da colheita,como se regozijam os que repartem os despojos.3*Pois Tu quebraste o seu jugo pesado,a vara que lhe feria o ombro e o bastão do seu capataz,como na jornada de Madian.4*Porque a bota que pisa o solo com arrogânciae a capa empapada em sangue serão queimadas e serão pasto das chamas.5*Porquanto um menino nasceu para nós,um filho nos foi dado; tem a soberania sobre os seus ombros,e o seu nome é:Conselheiro-Admirável, Deus herói,Pai-Eterno, Príncipe da paz.6*Dilatará o seu domínio com uma paz sem limites,sobre o trono de David e sobre o seu reino.Ele o estabelecerá e o consolidará com o direito e com a justiça,desde agora e para sempre.Assim fará o amor ardente do SENHOR do universo. MEDITAÇÃO             Este no primeiro dia da novena começa com esta mensagem de esperança do profeta Isaías. Abre-nos para prepararmos o nosso encontro com Deus. Um Deus, que vem na humildade de um “Menino”, frágil, mas que na sua fragilidade carrega uma força admirável.  Força esta que não se manifestará no poder das armas e nem dos exércitos humanos, mas sim, no poder do Amor e da Misericórdia. A mensagem do Profeta é de Esperança. Não uma esperança qualquer. É uma Esperança que transforma a história do Homem e a reveste de um significado totalmente novo. Que faz ao homem regressar ao coração de Deus colocando em suas mãos toda a sua vida. Estes últimos dias do Advento e esta novena nos convida a “Ousar Esperar” confiantes de que Deus é o Senhor da nossa vida e da nossa história. Rezar o Terço Sugestões: Praticar uma Obra de Misericórdia. Meditar na Virtude Teologal: ESPERANÇA

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Irmãos Capuchinhos reúne colaboradores

Irmãos Capuchinhos reúne colaboradores Os Capuchinhos, que atuam em várias áreas, nas ilhas de Santo Antão, São Vicente, Santiago e Fogo, consideram os seus colaboradores como parte importante da missão evangélica que levam a cabo. Neste âmbito o Custódio dos Irmãos Capuchinhos de Cabo Verde, Frei Gilson Frede, acompanhado pelo Secretário e pelo Ecónomo da Custódia, encontrou-se durante os dias 8 e 9 de Novembro de 2025 com todos os colaboradores responsáveis pelas diferentes obras sociais e económicas que a Congregação leva a cabo nas várias ilhas. O encontro que decorreu nas instalações do Convento, na ilha de São Vicente, contou com cerca de 10 colaboradores. A reunião permitiu ao grupo não só ficar por dentro do universo da intervenção social dos Capuchinhos, o esforço para a sustentabilidade, os desafios presentes e futuros das várias obras espalhas pelas ilhas como também proporcionou uma ocasião de, eles mesmos, apresentarem as suas sugestões de melhoria nos vários serviços de que são colaboradores responsáveis. O encontro teve como objetivos, reconhecer, agradecer e celebrar a dedicação dos colaboradores, valorizando o trabalho e compromisso com a missão Capuchinha. Também fortalecer a Comunidade, compartilhar experiências, fortalecer o senso de comunidade com vista ao futuro. Ainda comunicar, alinhar e apresentar projetos e obras em andamento e futuros. Promover a reflexão sobre os valores capuchinhos, transparência, solidariedade com os mais desfavorecidos, serviço à comunidade, sustentabilidade, inspirando e capacitando os colaboradores em suas ações, fez parte dos objectivos. Satisfeitos, todos foram unânimes e pediram mais encontros do género.

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Jubileu das Equipas Sinodais leva Roma dois delegados

Jubileu das Equipas Sinodais leva Roma dois delegados Frei José Pires e Fátima Almeida foram os representantes da Diocese de Mindelo naquele que foi o evento mais aguardado dos últimos tempos, na Igreja. Trata-se do Jubileu das Equipas Sinodais que decorreu em Roma, de 24 a 26 de Outubro. O evento tinha como objectivo dar reconhecimento ao precioso serviço desenvolvido por esses organismos a nível mundial e pelas pessoas que neles trabalham, colocando a construção de uma Igreja cada vez mais sinodal no horizonte da esperança jubilar, reza um comunicado emanado da Santa Sé. O encontro marcou um momento significativo da fase de implementação das diretrizes emanadas do Documento Final da XVI Assembleia Ordinária do Sínodo dos Bispos. De regresso à Cabo Verde, o Frei José Pires fala da 1ª fase diocesana e faz o ecco desse encontro internacional. Em Roma, uma Agenda rica com passagem pela Porta Santa, partilha de experiências em mais de 100 pequenos grupos linguísticos, workshops e seminários aprofundados em 25 seminários linguísticos e 6 temáticos sobre a conversão missionária e sinodal da Igreja seguida de vigília noturna de Oração Mariana na Praça de São Pedro. Em Roma também foram apresentados ao Papa Leão XIV o ponto da situação do Sínodo, refere o prebítero. Palavras de agradecimento por esta oportunidade e pela experiência única vivida alí no centro da catolicidade. O Frei José Pires deixa agradecimentos pela experiência única, vivida alí no centro da catolicidade. Os delegados da Diocese de Mindelo participaram ainda numa celebração Eucarística na comunidade TRANOI com a diáspora caboverdiana, em Roma. Um trabalho com coordenadores paroquiais será feito em todas as 17 paróquias da Diocese de Mindelo de forma a implementar as directerizes sinodais, garante o responsável.

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Jubileu da Vida Consagrada experiência única – Irmã Rosário Ramos

Jubileu da Vida Consagrada experiência única – Irmã Rosário Ramos A religiosa, Rosário Ramos entrou para o elenco dos mais de 16 mil religiosos, religiosas, monges, contemplativas, membros de institutos bem como outras expressões de vida consagrada presentes no mundo que participaram de 8 a 12 de Outubro no Jubileu 2025 em Roma, Itália. A Irmã Rosário que pertence a Congregação do Amor de Deus foi eleita para representar os religiosos e religiosas da Diocese de Mindelo. De regresso a Cabo Verde ela conta com detalhes os dias passados no centro da catolicidade. Quatro dias bem vividos, diz. Durante o Jubileu que decorreu sob o signo de “Peregrinos da Esperança”, os religiosos reflectiram sobre vários assuntos entre os quais a esperança a paz e o perdão, revela a religiosa. Um tempo de crecimento na fé. Mesmo sem poder chegar ao Papa, a alegria e felicidade foram visíveis. Para além da partilha dos abraços que trouxe da parte do Papa Leão XIV, também ensinamentos. Amor de Deus, Filhas do Sagrado Coração de Maria, Franciscanas da Imaculada Conceição, Fraternidade Raínha dos Corações, Orionitas entre outras congregações que vivem e trabalham em Cabo Verde participaram nesse evento específico. O Jubileu de 2025 é o 27º Jubileu Ordinário que foi convocado pelo Papa Francisco com a Bula “Spes non confundit” de 9 de Maio de 2024. Teve início em 25 de dezembro do mesmo ano na Basílica de São Pedro e em 29 de Dezembro em todas as dioceses, termina no dia 28 de Dezembro de 2025.

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A Editora Paulus poderá em breve fazer uma publicação sobre a história do Escravo Manuel, já fez saber o Bispo de Mindelo

A Editora Paulus poderá em breve fazer uma publicação sobre a história do Escravo Manuel, já fez saber o Bispo de Mindelo. Dom Ildo Fortes numa recente entrevista à Rádio Maria em Cabo Verde expressou a sua vontade de Cabo Verde vir a ter brevemente em mãos um livro que pode ajudar a acelerar o processo de canonização do servo da Virgem de Luján, Manuel Costa de los Ríos, popularmente conhecido como o “Negro Manuel” ou “Escravo Manuel”. Um livro que conta a história deste homem de Deus que foi baptizado em Cabo Verde antes de partir para Pernambuco no Brasil e depois para Argentina. Uma vez que Roma já deu por completo o processo entregue, em Novembro de 2024, ao Dicastério para as Causas dos Santos pelo Arcebispo de Mercedes-Luján na Argentina, Dom Jorge Scheinig. Esse compêndio documental entregue no Vaticano dá conta do testemunho de fé deste servo de Deus e da Virgem de Luján, padroeira da Argentina. As duas dioceses de Santiago e de Mindelo não descartam a hipotese de organizarem em conjunto com a diáspora, uma peregrinação ao túmulo do possível santo, na Argentina, dentro do quadro das celebrações dos 500 anos da criação da Diocese de Santiago e 30 da Diocese de Mindelo previstas para 2033.

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Comemoração de todos os fiéis defuntos

Comemoração de todos os fiéis defuntos Comunhão com os que já partiram e esperança na ressurreição O dia 2 de novembro reveste-se de um significado especial, pois é o dia em que o nosso pensamento de dirige aos nossos entes queridos que partiram deste mundo e dormem o sono da paz. Esta data está intimamente ligada à da comemoração de Todos os Santos, celebrada no dia anterior, 1º de novembro. O Missal Popular Dominical diz, na nota introdutória ao dia 2, que esta comemoração é «uma continuação lógica da festa de todos os santos». A Igreja convida-nos a honrar todos aqueles que já gozam da visão beatífica no céu, portanto os santos, canonizados ou não pela Igreja, mas também nos convida a rezar e a interceder por aqueles que, configurados a Cristo pelo batismo, ainda se encontram a purificar-se no purgatório, para que cheguem também eles à plena comunhão com o Senhor ressuscitado. A liturgia destes dois dias manifesta, deste modo, a plena comunhão entre a Igreja terrena (nós que peregrinamos ainda nesta pátria) e a Igreja celeste (inclusive aqueles que se purificam no purgatório enquanto aguardam pela contemplação do rosto de Deus!). Já no século II, há registros de que os cristãos rezavam e celebravam a Eucaristia pelos seus defuntos. Inicialmente, no terceiro dia após o sepultamento, depois no aniversário. Mais tarde, o sétimo dia, e o primeiro mês. O ano oficial é 998, quando o Abade Odilo de Cluny (994-1048) tornou obrigatória a celebração da Eucaristia no dia 2 de novembro em todos os mosteiros sob a sua jurisdição. Esta celebração da memória dos que já partiram, marcados pelo sinal da fé em Cristo Jesus, manifesta a nossa esperança da ressurreição, a firme certeza de que a morte é uma passagem para a verdadeira vida, a vida eterna. Portanto, «Não é um dia de luto e tristeza», mas «de esperança». Ao mesmo tempo é um momento para refletirmos sobre a transitoriedade da vida, sobre a nossa existência, a fim «aspirarmos às coisas do alto» (cf. Col 3, 1-3) e a não levarmos uma vida pequena, fútil, banal e superficial neste mundo. O vazio que gera comunhão Recordamos com afeto os que já partiram, recordamos a sua presença nas nossas vidas, o que eles eram e o que eles são para nós, o testemunho de fé que nos deixaram. Esta comemoração, contudo, não atravessa de forma indolor a nossa vida; ela nos coloca perante o vazio causado pela ausência das pessoas amadas: pais, cônjuges, filhos, irmãos, amigos. A memória dos nossos entes queridos é obscurecida pelas lágrimas: chorar faz parte da vida. Até Jesus chorou no túmulo de seu amigo Lázaro: «Ao vê-la [Marta] a chorar e os judeus que a acompanhavam a chorar também, Jesus suspirou profundamente e comoveu-se. […] Então Jesus começou a chorar» (cf. Jo 11, 33-35). Dietrich Bonhoeffer escreveu na prisão: «Nada pode substituir a ausência de uma pessoa amada; não há esforço a ser feito, apenas perseverar e suportar; isto pode parecer muito difícil à primeira vista, mas é ao mesmo tempo um grande consolo, porque, enquanto o vazio permanece aberto, permanecemos ligados uns aos outros por meio desse mesmo vazio. É falso dizer que Deus preenche o vazio; Ele não o preenche de forma alguma, mas o mantém expressamente aberto, ajudando-nos assim a preservar nossa antiga comunhão recíproca, mesmo na dor». E a dor sofrida nos coloca frente a frente com a realidade da morte, de toda morte, até mesmo da nossa. Gostaríamos de afastá-la, enquanto, em vez disso, ela se torna uma companheira de vida. A morte, não obstante toda a explicação científica, continua sendo um grande mistério, sobretudo quando procuramos entender o porquê da sua existência. Para o cristão, que não busca entender a morte do ponto de vista da ciência, a morte continua sendo um grande enigma. O que o cristão sabe sobre a morte? A pergunta nos deixa pensativos e perturbados. Certamente, o cristão sabe o que todos sabem: «A morte é uma passagem dolorosa e aniquiladora. […] É a maior violência que nos pode ser feita; uma derrota, um revés sem remédio, uma profunda contradição daquilo que somos chamados a ser e a viver. Algo que vem de fora, e não exatamente da vontade de Deus. Deus é o Senhor da vida: a morte não é sua, não lhe pertence, não tem origem nele» (S. Corradino). Não fomos criados para a morte, embora ela – como às vezes se diz – seja a única certeza da vida. No entanto, do nosso coração brota um poderoso desejo de permanência, de felicidade, de comunhão, de amor e de infinito. Fomos feitos para a vida e profundamente convencidos de que os valores da vida são fortes o suficiente para durar para sempre. Deus não criou a morte A Revelação, embora verdadeiramente sóbria sobre este assunto e de forma alguma induza a fantasias de qualquer tipo, confirma isso. No final do primeiro século a.C., o Livro da Sabedoria proclama: «Deus não é o autor da morte nem se compraz com a destruição dos vivos.  Pois Ele tudo criou para a existência. Deus criou o homem para a incorruptibilidade fê-lo à imagem do seu próprio ser.  Por inveja do diabo é que a morte entrou no mundo, e hão-de prová-la os que pertencem ao diabo» (Sb 1, 13-14; 2, 23-24). O texto alude à história da desobediência do homem no início da Bíblia: um evento ao qual os autores sagrados não retornaram, exceto no Livro da Sabedoria, pouco antes da vinda do Senhor. Com tons absolutamente novos, afirma-se que o homem não foi feito para morrer; no entanto, há uma ligação imediata entre a morte, o pecado e o demoníaco. Em uma história originalmente orientada para o bem e a luz, algo sombrio aconteceu que modificou o plano de Deus para a humanidade. Consequentemente, a morte não pode vir de Deus porque Deus é o Deus da vida. Santo Ambrósio, na sua reflexão sobre a morte corporal, afirma que «a morte não

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Diocese de Mindelo com dois elementos no Jubileu das Equipas Sinodais em Roma, de 24 a 26 de Outubro

Diocese de Mindelo com dois elementos no Jubileu das Equipas Sinodais em Roma, de 24 a 26 de Outubro Frei José Pires e Fátima Almeida são os representantes naquele que é o evento mais aguardado dos últimos tempos, na Igreja. Trata-se do primeiro momento coletivo na fase de implementação, chamada a traduzir as diretrizes do Documento Final em escolhas pastorais e estruturais coerentes com a natureza sinodal da Igreja. O evento pretende ainda dar reconhecimento ao precioso serviço desenvolvido por esses organismos e pelas pessoas que neles trabalham, colocando a construção de uma Igreja cada vez mais sinodal no horizonte da esperança jubilar, diz um comunicado emanado da Santa Sé. O encontro marca um momento significativo da fase de implementação das diretrizes emanadas do Documento Final da XVI Assembleia Ordinária do Sínodo dos Bispos. Segundo a Agenda, na tarde de sexta feira, 24, as equipas e os organismos de participação se encontraram com o Papa Leão XIV, na Sala Paulo VI para um diálogo, seguido por aprofundamentos sobre os temas sinodais. O dia de sábado, será dedicado à peregrinação em si e à passagem pela Porta Santa. Mais de cem pequenos grupos linguísticos partilham as suas experiências por meio do método da Conversação no Espírito. Serão ainda realizados workshops e seminários, aprofundados, 25 seminários linguísticos e 6 temáticos sobre a conversão missionária e sinodal da Igreja seguida de vigília noturna de Oração Mariana na Praça de São Pedro, aberta a todos os peregrinos em Roma. No domingo o Papa Leão XIV presidirá a Missa na Basílica Vaticana. Estima-se uma participação de aproximadamente 2 mil membros das equipes sinodais e dos organismos de participaão (conselho presbiteral, conselho pastoral, conselho para assuntos econômicos, etc.) em nível diocesano/paroquial, nacional e/ou em nível dos grupos de Igreja de todo o mundo. Da tarde de domingo, 26 até segunda-feira, 27 de outubro, se reunirá o Conselho Ordinário da Secretaria Geral do Sínodo.

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Discussão sobre Bioética e Equidade na Saúde Global encerra o III Simpósio Internacional da EU Católica em Cabo Verde

Discussão sobre Bioética e Equidade na Saúde Global encerra o III Simpósio Internacional da EU Católica em Cabo Verde. De 16 a 18 de outubro, a Escola Universitária Católica de Cabo Verde (EU Católica) promoveu o III Simpósio Internacional com o tema “Filosofia e Bioética: Desafios Éticos na Medicina e na Investigação Científica no Século XXI”.Durante três dias, em simúltâneo na Praia, ilha de Santiago e em Mindelo, na ilha de São Vicente, 15 renomados conferencistas nacionais e internacionais discutiram questões cruciais relacionadas à saúde global, com destaque para os painéis sobre Bioética, Biodireito e Justiça Social e Equidade na Saúde Global, tema do terceiro e último dia do evento. Assuntos que trouxeram discussões como o acesso a terapias inovadoras, a ética na saúde reprodutiva e os desafios trazidos pela pandemia. A sessão de abertura foi presidida pelo Grão Chanceler da EU Católica, bispo de Cabo Verde e cardeal Dom Arlindo Furtado e pelo Ministro da Saúde, Jorge Figueiredo.A cerimónia contou ainda com a presença do Ministro da Administração Interna e de diversas personalidades da sociedade civil, administração pública e academia.A conferência inaugural coube ao Padre Carlos César Chantre, que abordou os “Fundamentos Filosófico-Teológicos da Bioética Cristã”.Segundo os organizadores, o evento gerou debates profundos sobre cuidados paliativos e o impacto das narrativas dos pacientes na tomada de decisões clínicas.Aconteceu durante o evento a apresentação do livro “Teologia Política da Fé, Humanismo Cristão e Ciências Religiosas”, uma compilação de trabalhos de vários pesquisadores que debatem temas relacionados à teologia política, humanismo cristão e ciências da religião, com o objetivo de preservar e divulgar essas contribuições. 

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Boavista com Igreja Paroquial requalificada

Boavista com Igreja Paroquial requalificada O primeiro Domingo de Outubro marcou o início de mais um Ano Pastoral na Paróquia de Santa Isabel, ilha de Boavista com a Igreja Matriz requalificada, agradável e acolhedora, respeitando de forma exigente, os traços arquitectónicos do edifício por ser um património. Trata-se de um sonho há muito acalentado pela comunidade católica.O pároco garante que a Igreja Paroquial que esteve em obras durante muito tempo para, preservar o património histórico e criar novos espaços para melhor atender as necessidades da comunidade, foi e será sempre um cartão de visita para nacionais e turistas que por lá passam. Um valor acrescentado confirma o padre Adriano Cabral. O Conselho Pastoral Paroquial se reuniu para apreciar a carta pastoral e avançar propostas de actividades pastorais para melhor viver o ano, particularmente neste primeiro trimestre.A catequese foi também retomada com o acolhimento de crianças e adolescentes.“No caminho da escuta e do acolhimento”, é o lema da Diocese para este novo ano pastoral. Recorda-se que se trata do título da carta pastoral que o Bispo de Mindelo Dom Ildo Fortes escreveu para estimular e orientar os fiéis na vivência da fé deste ano2025/2026.À comunidade paroquial, o Padre Adriano Cabral faz um convite. A Igreja Paroquial de Santa Isabel que está localizada na cidade de Sal Rei, na ilha da Boa Vista, onde a Igreja Matriz é um importante marco histórico, com uma arquitetura simples do século XIX, e serve como centro para a comunidade católica local. 

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