Sacerdotes

Ilha do Sal: Bispo do Mindelo inaugura moderno centro multiuso em “semana histórica” para a Diocese

Ilha do Sal: Bispo do Mindelo inaugura moderno centro multiuso em “semana histórica” para a Diocese Espargos, 19 Jul (Inforpress) – O bispo da Diocese do Mindelo, Dom Ildo Fortes, inaugurou hoje na ilha do Sal o novo centro multiuso da paróquia, em uma semana histórica para a diocese, com destaque para a ordenação de um padre e um diácono na ilha.Estes acontecimentos, que reuniram clérigos e seminaristas de todas as ilhas da diocese, foram destacados por Dom Ildo Fortes, Bispo do Mindelo, durante a missa de acção de graças pelo 10º aniversário de ordenação do Padre José Júlio, Pároco de Santo António.Dom Ildo Fortes descreveu a semana como “sumamente intensa”, repleta de momentos significativos.A escolha do Sal para este evento histórico deve-se ao estágio pastoral de um dos ordenados na ilha, bem como à “calorosa acolhida” da comunidade local.Ainda em preparação para as ordenações, a diocese realizou um encontro anual com os seminaristas, que estudam em diversas universidades no exterior, incluindo Lisboa, Évora, Sevilha e Brasil. Dom Ildo enfatizou a importância desses encontros de verão para o compartilhamento de experiências, formação e o fortalecimento dos laços de amizade entre os futuros padres.Outro marco é a bênção e inauguração de um novo centro multiuso, um projecto que se tornou realidade após a aquisição e reforma de um edifício que esteve abandonado.O bispo salientou que o novo espaço, dotado de salas, anfiteatro e residência para os padres, que há anos viviam em casas alugadas, é um “sonho da comunidade” e representa uma “grande obra com muitas valências”, que complementam as actividades da Igreja. Fortes expressou a “profunda gratidão e alegria” que permeiam esses dias, comparando a experiência a uma “verdadeira unção de amor, unção do Espírito, unção da alegria”, inspirada nas leituras do profeta Isaías sobre a unção. Em tempos marcados por dificuldades e conflitos globais, o bispo do Mindelo ressaltou a importância de momentos como este, onde a fé e a esperança cristãs impulsionam a celebração. “Pode haver muita coisa a nos faltar, mas também há muita coisa boa que nós temos”, afirmou, citando a presença dos padres, os seminários e as ordenações como provas do acompanhamento divino.Dom Ildo Fortes concluiu a sua reflexão com uma mensagem de optimismo, desejando que, neste Jubileu do ano 2025, a comunidade continue a marchar e a caminhar na esperança que o mundo tanto necessita para viver.Com a abertura deste novo complexo, a Diocese de Mindelo “reforça seu compromisso com o desenvolvimento comunitário e pastoral”, oferecendo um espaço moderno e adequado para as crescentes necessidades da paróquia de Santo António e de toda a Diocese. NA/JMV Inforpress/Fim  In Inforpress

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Santa Maria acolherá neste verão ordenações diaconal e presbiteral da Diocese de Mindelo

Santa Maria acolherá neste verão ordenações diaconal e presbiteral da Diocese de Mindelo No próximo dia 20 de Julho será a vez da Paróquia Nossa Senhora das Dores do Sal a acolher as duas ordenações (diaconal e presbiteral) da Diocese de Mindelo. Será o prelado da Diocese, Dom Ildo Fortes, a presidir esta cerimonia de grande alegria para a Igreja de Mindelo. A celebração está prevista ter o seu início pelas 10h30, em Santa Maria. O seminarista Patrik Mendes Afonso de 27 anos vai ser ordenado diácono. Foi aluno do Seminário Maior Nossa Senhora da Graça na Arquidiocese de Olinda e Recife no Brasil. É agora estagiário na Paróquia de Santo António, Horta Seca, ilha de São Vicente. Para ler a biografia do seminarista Patrik Afonso. O diácono Eder Patrik Santos Silva de 35 anos, que foi ordenado diácono no passado dia 8 de dezembro, nessa mesma celebração, em que será ordenado diácono o seminarista Patrik Afonso, será ordenado sacerdote. Ele que foi aluno do Seminário Maior Cristo-Rei dos Olivais no Patriarcado de Lisboa em Portugal e do Seminário Maior Nossa Senhora da Graça na Arquidiocese de Olinda e Recife no Brasil. E desde que concluiu os estudos estagia na ilha do Sal. Para ler a biografia do diácono Eder Silva. Elevemos as nossas orações a Deus Nosso Pai, por estes rapazes, que serão futuros ministros da nossa Igreja de Mindelo!

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II Conselho Nacional dos bispos de Cabo Verde

II Conselho Nacional dos bispos de Cabo Verde Nos dias 10 e 11 de junho a Diocese de Santiago acolheu o II Encontro Nacional dos bispos de Cabo Verde, Dom Arlindo Furtado e Dom Ildo Fortes, bispos de Santiago e de Mindelo, respetivamente, acompanhados por mais dois sacerdotes de cada diocese, Pe José Eduardo, Pe Odair, Pe Lino Paulino e Pe Adriano Baptista, refletiram sobre temas pertinentes acerca da pastoral da Igreja de Cabo Verde. Antes de mais, foi proposta uma comissão inter-diocesana composta por dois padres, o Pe. José Mário (canonista e moderador da comissão), o Pe. Lourenço Moreira (canonista) para pensarem nos Estatutos para esta instância. Alguns assuntos abordados no primeiro encontro, que teve lugar em Mindelo em Maio de 2024, foram retomados em jeito de avaliação ou para ver qual a melhor maneira de lhes dar seguimento, tais como: a Pastoral na Diáspora, o acompanhamento e a formação permanente dos sacerdotes, a formação seminarística, o empenho laical na vida da Igreja a partir da Carta Pastoral dos Bispos da Conferência sobre o “Compromisso dos Leigos na Igreja e na Sociedade”, o Novo Missal Romano, a Comissão Nacional Justiça e Paz, e o Decénio Jubilar. Foram objecto de reflexão e discernimento outros assuntos, como a chegada dos muçulmanos em massa no país, os não crentes; áreas pastorais a ter em maior atenção, principalmente catequese, juventude, a Comissão Nacional Justiça e Paz; harmonização das normas e orientações para receção dos sacramentos nas duas dioceses; revisão de taxas e emolumentos; atualização dos títulos de propriedade no que toca aos edifícios e patrimónios da Igreja em Cabo Verde; a proposta de Normas de aplicação do Acordo Jurídico entre a Santa Sé e o Estado de Cabo Verde; os bispos foram informados da situação actual da Escola Universitária Católica, etc. No último dia do Encontro, houve uma conferência de imprensa no período da manhã e um podcast no período da tarde moderados pela assessora da Comunicação da Diocese de Santiago, Tiana Silva, e transmitidas pela Radio Nova Maria e pelas páginas de Facebook das dioceses.

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Independência/50 Anos: Para Cabo Verde “não se põe” a pergunta se valeu a pena a independência – frei Fidalgo

Independência/50 Anos: Para Cabo Verde “não se põe” a pergunta se valeu a pena a independência – frei Fidalgo Cidade da Praia, 15 Mai (Inforpress) – O frei António Fidalgo, antigo director do jornal Terra Nova, tido como um “lutador pela democracia no País”, diz que, para Cabo Verde, a pergunta se valeu a pena a independência  “não se põe”. Em entrevista à Inforpress, a partir dos Estados Unidos de América, onde vive actualmente, é peremptório ao afirmar que, em relação a Cabo Verde, a questão se valeu a pena o País se tornar independente só se poderia colocar “se não tivesse conquistado, juntamente com a independência, também o pluralismo político, a alternância, e a democracia”.  “Temos de dar parabéns a Cabo Verde que, após vencer o partido único, já conseguiu três alternâncias a nível de governo e os presidentes da República não têm sido indivíduos de uma só cor política”, congratulou-se o frei Fidalgo, para quem Cabo Verde “continua a ser um exemplo para África e para vários países do mundo”. Acrescenta que, hoje, quando olha para a actualidade política dos Estados Unidos, acha que “Cabo Verde neste momento está melhor a nível, por exemplo, da questão da independência dos poderes legislativos, judiciais e executivos”. Na sua perspectiva, o país “está melhor, também, na questão da liberdade de expressão”. Frei Fidalgo muito cedo abraçou a causa da independência das antigas colónias portuguesas. Quando se lhe pergunta como surgiu o seu sonho independentista, responde neste termo: “Não é fácil entender essa minha opção de há 50 anos. Quando eu fui para Itália estudar Teologia, em 1968, levei uma mentalidade de colono. Para mim, estava tudo bem, e os que lutavam nas colónias pela independência, eram causadores de terror. Estava tudo bem, de Minho, passando por Cabo Verde, até chegar a Timor. Encontrei na Itália e em toda a Europa uma sociedade em ebulição. Fui tomando consciência de que afinal estava tudo errado na minha cabeça”. Revela que foi conhecendo a doutrina social da Igreja e descobriu que “o princípio da autodeterminação dos povos é um direito internacional também para a Igreja”. “Quando os lideres ´terroristas´ foram recebidos pelo então Papa Paulo VI, eu já estava completamente conscientizado. Inclusive enviei uma mensagem a Amílcar Cabral com um colega de Moçambique que fez questão de ir a Roma na altura”, pontuou o sacerdote, acrescentando ser natural que, voltando para Cabo Verde para ser ordenado padre, em , “não ficasse alheio ao que se passava nesse complicado momento de transição. Achei que não teria sido honesto comigo mesmo, se assumisse uma posição de neutralidade”. Foi assim que decidiu então aceitar a proposta para ser deputado, tendo em vista ajudar a conseguir “essa meta importante da independência”. “Padre e deputado? Não era propriamente uma novidade, apesar das reticências da minha igreja e das restrições que ela impunha nessa matéria”, sublinhou. Instado sobre as razões que o levaram, mais tarde, a entrar em rota de colisão com os seus “camaradas” de então, explicou que tinha consciência de que a sua opção não tinha um “carácter absoluto”. “Sabia que tarde ou cedo eu me afastaria. Era isso que eu dizia nas entrevistas que na altura eu dava”, indicou Fidalgo.  Nessa época, acrescentou, havia correntes na Igreja que procuravam pontos comuns entre o Evangelho e o socialismo. “Por algum tempo, esses ensaios foram feitos em países da Europa e América Latina. Eu também tentei ver até que ponto isso era possível”, assinalou o antigo director do “Terra Nova”.  “Hoje posso dizer o seguinte: é como a água e o azeite. Não se misturam. Não quer dizer que não possa haver diálogo, o Evangelho dialoga com todos, mas sem deixar de ser aquela lâmpada colocada no alto para iluminar todas as realidades humanas, mostrando o que é bom para o ser humano e o que é contrário à sua dignidade”, enalteceu Fidalgo. A certa altura, passou a ser um crítico do regime de partido único, o que lhe valeu alguns dissabores, nomeadamente uma condenação a dois anos de prisão, com pena suspensa. Recorreu da decisão do tribunal de primeira instância e, 13 anos depois, o Supremo Tribunal de Justiça “considerou que o jornal não cometeu crime nenhum”. “Interessante é observar que o julgamento do ´Terra Nova ´foi precedido duma campanha feroz de recolha de assinaturas, na sequência dum editorial intitulado ‘E nós duvidamos’, em resposta a um discurso do então Presidente da República, Aristides Pereira. No fim desse ‘tufão’, recebi a convocação para comparecer no Tribunal e ser julgado”, afiança António Fidalgo. Perguntado sobre o juiz que o julgou, responde que é partido único. À pergunta se consegue perdoar aqueles que o condenaram, afirma: “Claro que sim. A história não se apaga, as lembranças ficam, mas no meu coração não existem mágoas nem rancores. Sou cristão e sou padre. Perdoo tudo, devo perdoar”.  O seu sonho não era apenas ver o país independente, mas também democratizado. Cedo percebeu que isso não fazia parte dos desígnios do Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde. “O meu afastamento deu-se precisamente quando contestei o projecto da Constituição de 1980, que no seu artigo 4.º dizia que na República de Cabo Verde, o PAIGC é a força política dirigente da sociedade e do Estado”, explica o frei Fidalgo, que garante ter visto a desabar sobre si “tronos e dominações”. “Senti-me como atirado para longe como um trapo. Mas não desisti e, no dia seguinte, estava eu outra vez a lançar pedras no charco, propondo que 50 % dos candidatos fossem independentes e, portanto, não do PAICV. Eu sabia que não podia mudar nada, queria apenas levar os colegas e a sociedade a refletirem”, revela o entrevistado da Agência Cabo-verdiana de Notícias, adiantando que não tinha corrido atrás de uma ilusão, “simplesmente o romper da aurora é que estava longe de acontecer”.  Defende que a fundação do jornal Terra Nova, em Abril de 1975, portanto, poucos meses antes da independência, “foi providencial”.  “Ao sair desse recinto, para levar motivos de reflexão

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Formação do clero da Diocese de Mindelo | Dias 18-22 de Fevereiro | No Seminário Diocesano

Formação do clero da Diocese de Mindelo Dias 18-22 de Fevereiro | No Seminário Diocesano Nos dias 18 e 19 de fevereiro, o clero da diocese de Mindelo participou de uma formação sobre o tema “Uma Maneira de Ser Igreja – Dízimo e sua Correspondente Pastoral”, com o objetivo de aprofundar a compreensão sobre os fundamentos bíblicos, teológicos e eclesiais do dízimo, bem como suas dimensões e finalidades.No dia 18, o Dr. Francisco Aleluia Junior, leigo comprometido na Guiné-Bissau, compartilhou seu testemunho de fé, enfatizando que a gratidão e o reconhecimento não são apenas consequências de possuir, mas sim de amar, e que o dízimo deve ser um sacrifício de vontade própria de cada batizado.No dia 19, Dom Dirceu de Oliveira Medeiros, bispo da diocese de Camaçari, Bahia, abordou o tema sob uma ótica sinodal, partindo das raízes sacramentais do povo de Deus. Ele destacou que o batismo é o fundamento da vida cristã, que nos introduz no maior dom e que contém a graça que está na base da nossa vida e nos faz caminhar juntos como irmãos. Em seguida, Dom Dirceu abordou as etapas do discernimento eclesial, que tem como base a própria essência de Deus, isto é, dividir para multiplicar. Na tarde do dia 19, o responsável pelo dízimo da diocese de Camaçari, o leigo André, trouxe orientações para a Pastoral do Dízimo, que é uma “ação puramente eclesial que tem por finalidade motivar, planejar, organizar e executar iniciativas para a implantação e o fundamento do dízimo”. Ele enfatizou que a pastoral do dízimo deve ser um modo de reaproximar e cuidar das pessoas, provendo meios para viabilizar a Evangelização, e que seu foco deve ser o contribuinte, e não a contribuição em si.A formação do clero da Diocese de Mindelo sobre o dízimo e sua pastoral representa um passo importante para o aprofundamento da compreensão sobre a importância do dízimo como forma de sustento da Igreja e de promoção da evangelização.A manhã do dia 20, na presença do Dr. Francisco Aleluia e moderada pelo bispo de Mindelo, serviu para os padres fazerem a sua apreciação e ecos sobre a formação recebida e refletir sobra que passos podem ser dados para uma eventual pastoral do dízimo. Texto redigido pelo Seminarista Patrick Afonso

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Dom Ildo Fortes visita instituições de ensino em Mindelo

Dom Ildo Fortes visita instituições de ensino em Mindelo No âmbito da visita pastoral que vem decorrendo às instituições e às paróquias da ilha de São Vicente desde do final do mês de Janeiro, a comunidade educativa da Escola Salesiana e a Escola Padre Usera acolheram na manhã desta terça-feira o Bispo da Diocese do Mindelo, Dom Ildo Fortes.Numa plateia constituída por um grande número de alunos, professores e membros da direção da Escola Salesiana, Dom Ildo Fortes mostrou satisfeito e falou da visita que vem realizando às comunidades educativas, instituições e paróquias da ilha de São Vicente que tem como objetivo colaborar e ajudar.O prelado do Mindelo, Dom Ildo Fortes questionou aos alunos sobre as coisas, valores mais importantes e “maravilhosas” que podem experimentar na comunidade educativa onde estão inseridos. Ainda na Escola Padre Usera o prelado foi também recebido com cânticos de acolhimento e carinho. O Reverendíssimo Bispo prosseguirá as visitas ao Liceu Ludgero Lima e à Escola Secundária Jorge Barbosa.A visita a estas comunidades educativas é no sentido de interessar pelos assuntos da sociedade, pelo bem comum, por partilhas, encontros e reflexões.Segundo o Vigário, padre Evanildo Reis, a finalidade da iniciativa é “conhecer a realidade das instituições e deixar mensagem de esperança, bem como levar as paróquias a serem mais missionárias”.

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São Vicente acolhe primeira edição da Feira das Vocações da Diocese do Mindelo

São Vicente acolhe primeira edição da Feira das Vocações da Diocese do Mindelo Enquadrado no mês de oração pelas vocações realizou-se na tarde deste sábado, 25 de Janeiro em São Vicente, ilha referenciada pela presença de uma juventude crescente e dinâmica, a primeira edição da Feira das Vocações realizada pela Diocese do Mindelo.A iniciativa que também aconteceu na ilha vizinha Santo Antão foi promovida pelo Seminário Bom Pastor sob o lema: “Há vários caminhos, mas a mesma meta: Cristo”.A Feira contou com a participação de 12 stands representando diferentes carismas e vocações, como o sacerdócio, a vida religiosa e a vida matrimonial.Cada stand tinha disponível material informativo, testemunhos de vocacionados e oportunidade de diálogo com membros que vivenciam essas vocações. De acordo com o Reitor do Seminário Bom Pastor, padre José Mário, o projeto teve como a finalidade assinalar o mês de oração pelas vocações na Diocese de Mindelo, bem como proporcionar oportunidades de conhecimento e discernimento das vocações.Ainda outro objetivo preconizado foi dar a conhecer os diversos carismas que o Espírito Santo concede à Igreja, com especial ênfase no apoio aos jovens no processo de discernimento vocacional.Adilson Sequeira, jovem da Paróquia de Santo António, que acreditava encontrar maior participação dos jovens, avançou ao site da Diocese do Mindelo que “ foi uma excelente iniciativa porque os jovens sentem a necessidade de identificar os seus anseios, sonhos e o dom da vocação porque muitas vezes as próprias famílias não estão preparadas para ajudá-los, portanto, ao surgir oportunidades, espaços como esta é sempre bom participar e encontrar alguma orientação.” Para além dos stands, a feira vocacional contou com diversas atividades, teatro, música, dança, mensagens vocacionais, atuações dos grupos das diferentes paróquias da ilha. A feira foi marcada ainda por uma Conversa ministrada pelo Bispo D.Ildo Fortes.Questionado se a Diocese do Mindelo está bem com as vocações. O Prelado respondeu “ nós podemos sentir inferiorizados ou muito orgulhosos comparando com outras terras onde as vocações estão numa situação dificílima, onde há dioceses com apenas um seminarista, outras com nenhum e países como Angola, Nigéria com problemas porque não têm onde meter os seminaristas…então digo que temos motivos para estarmos felizes e diria tão orgulhosos com as vocações que temos”.A iniciativa vocacional terminou com muita animação musical de diferentes grupos paroquiais.

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Grande moldura humana na eucaristia solene em honra a São Vicente Mártir

Grande moldura humana na eucaristia solene em honra a São Vicente Mártir Aconteceu na manhã desta quarta-feira, 22 de janeiro, a Eucaristia Solene seguida de procissão em honra a São Vicente, padroeiro da paróquia de São Vicente e patrono da ilha. Centenas de fiéis das três paróquias da ilha de São Vicente quiseram demonstrar a sua devoção participando massivamente na eucaristia que celebra a solenidade de São Vicente.A festa de São Vicente, padroeiro da ilha decorreu sob o tema: “Com São Vicente, Vivamos a Esperança no Caminho, Escutando, Acolhendo, Celebrando e Anunciando o Amor de Deus” e foi presidida pelo Frei Gilson Frede que esteve acompanhado de um grande número de sacerdotes e diáconos de toda a ilha de São Vicente.Na sua homilia, frei Gilson Frede exortou os fiéis a “atravessar os desertos e viver os momentos de crises de fé sem desespero, tendo como ponto de partida e chegada, sempre Jesus Cristo”. O celebrante revelou que os cristãos podem seguir na prática os exemplos de São Vicente e afirmou que “São Vicente nos mostrou que em cada tempo, cada espaço e com as suas exigências é possível manter viva a chama de Jesus Cristo no mundo”.Um leque de atividades foram desenvolvidas pela paróquia do mesmo nome, desde peregrinação com a imagem de São Vicente pelas diversas comunidades, conversa aberta intitulada “Viver e cultivar a Esperança na Paróquia, no contexto do ano Jubilar”, jantar de gala, entre outros, tendo com ponto alto a grande eucaristia em honra a São Vicente e a procissão. São Vicente é um dos três grandes diáconos que deram sua vida por Cristo. Junto com Lourenço e Estevão Corona, Laurel e Vitória forma o mais insigne triunvirato. Este mártir celebrado por toda a Cristandade, encontrou sua panegirista em Santo Agostinho, São Leão Magno e Santo Ambrósio.Vicente descendia de uma família consular de Huesca, e sua mãe, segundo alguns, era irmã do mártir São Lourenço. Estudou a carreira eclesiástica em Zaragoza, ao lado do bispo Valero, quem por sua falta de facilidade de expressão, o nomeou primeiro diácono para supri-lo na sagrada cátedra.

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Dom Fortes presidirá às ordenações no dia 8 de Dezembro na Ribeira Grande – Paróquia Nossa Senhora do Rosário

Dom Fortes presidirá às ordenações no dia 8 de Dezembro na Ribeira Grande – Paróquia Nossa Senhora do Rosário A Igreja de Mindelo no próximo dia 8 de Dezembro acolherá duas ordenações (diaconal e presbiteral). A cerimonia será presidida pelo Bispo de Mindelo Dom Ildo Fortes. Esta mesma tem o início marcado para as 10h30. O seminarista Eder Patrik Santos Silva de 35 anos vai ser ordenado diácono. Foi aluno do Seminário Maior Cristo-Rei dos Olivais no Patriarcado de Lisboa e do Seminário Maior Nossa Senhora da Graça na Arquidiocese de Olinda e Recife no Brasil. É agora estagiário na ilha do Sal. Para ler a biografia do seminarista Eder Silva. O diácono Nelson Amarildo da Silva Varela de 37 anos vai ser ordenado presbítero. Foi aluno do Seminário Maior Cristo-Rei dos Olivais. Foi ordenado diácono no dia 25 de fevereiro na Escola Salesiana na ilha de São Vicente. É estagiário na ilha de São Nicolau. Para ler a biografia do diácono Nelson Varela. Rezemos por estes futuros ministros da Igreja de Mindelo!

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Acampamento vocacional Fontaínhas 2024

Acampamento vocacional Fontaínhas 2024 Depois de fazer uma longa viagem desde Mindelo e vários sítios de Santo Antão, pelas 19 horas do dia 16 julho começou o acampamento vocacional diocesano com a Sagrada Eucaristia. O Pe Evanildo Reis o padre de campo (formador do seminário diocesano) começou o campo dando as 5 atitudes fundamentais de um campo (Escutar, Responsabilizar, Respeitar, Entrar e Levar). No segundo dia o Pe Ezequiel (padre de Benguela, fidei donum na nossa diocese) veio dar o seu testemunho vocacional, seguido da eucaristia presidida por si. No período de tarde do mesmo dia os seminaristas de Sevilha que eram animadores do campo (Erson e Ailton) deram o seu testemunho vocacional. Na quinta-feira foi dia de caminhada que logo pela manhã pareceu ser impedida pelos chuviscos. A caminhada iniciou pelas 15h30 até Corvo. Foi uma oportunidade de os miúdos poderem contemplar a natureza e, claro, poder louvar o Senhor através da natureza. Na sexta-feira pela manhã o Pe Evanildo deu uma catequese e depois deu pistas para dinâmicas de grupo no que toca o sucesso e a felicidade pessoal. Por ser este acampamento um acampamento vocacional considerou-se importante acompanhar um Sim de um novo padre – Pe Ricardo Monteiro. Desta feita, nessa noite foram participar da vigília. Na manhã de sábado marcaram a sua presença no campo três padres da Diocese de Santiago – Pe António Martins (presidiu a missa), Pe Odair Gonçalves (deu o seu testemunho) e o Pe José Maria – e o grupo de jovens da ilha do Sal (com Pe Benvindo Rodriguês) que estavam pela ilha de Santo Antão no contexto da ordenação presbiteral. Ambos participaram da eucaristia e do almoço ali na Fontaínhas. A parte dessas presenças foi dia de preparar a noite cultural em cada grupo, pela manhã, e apresentação das peças pela noite (cânticos, poemas, teatro, entre outros). No dia domingo participou-se da ordenação presbiteral do Pe Ricardo Monteiro. E avaliou-se o campo vocacional pela noite. No último dia de manhã (dia 22) fizeram presentes na missa nova do novo padre na Ponta do Sol, almoçou-se e seguiu-se cada para os seus rumos. E acabou o acampamento vocacional. O acampamento vocacional todos os dias teve a oração das laudes (manhã), missa (meio-dia) e oração das vésperas (tarde). Queira Deus fazer germinar as sementes lançadas neste acampamento vocacional.

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