Rumo aos 175 Anos: Paróquia de Nossa Senhora das Dores prepara Abertura do Jubileu
A Ilha do Sal prepara-se para viver um momento histórico de profunda fé e renovação espiritual. Em 2026, a Paróquia de Nossa Senhora das Dores celebrará o seu Jubileu de 175 anos, um marco de evangelização e presença cristã na comunidade. Sob o lema – “175 anos – Do Altar para o coração da comunidade”, as celebrações prometem unir a ilha em torno da sua história e identidade religiosa.
A Grande Abertura
O pontapé de saída desta caminhada jubilar terá lugar no dia 04 de janeiro de 2026. A Missa de Abertura será um momento de particular alegria, sendo presidida pelo Bispo da Diocese de Mindelo, Dom Ildo Fortes. Será o início oficial de um ano de graça, reflexão e celebração comunitária.
Uma Comissão em Movimento
Para garantir que este evento espelhe a grandeza da história paroquial, foi criada uma Comissão Dinamizadora do Jubileu. Este grupo tem trabalhado incansavelmente, promovendo encontros e reuniões estratégicas para organizar cada detalhe da programação.
A dinâmica da comissão tem-se pautado pelo diálogo e pela inclusão, focando em diversas frentes de ação:
- Cultura e Identidade: Foi realizado um concurso para a escolha do Hino do Jubileu, cujo vencedor será revelado solenemente no dia da abertura;
- Formação e Reflexão: Estão agendadas conferências e rodas de conversa que explorarão a história da “Igreja Jubilar”, o seu impacto social e o seu futuro na ilha;
- Parcerias e Divulgação: A comissão tem estabelecido contactos e pedidos de apoio junto de instituições e parceiros, visando uma adesão massiva de todos os fiéis e residentes da ilha.
Do Altar para o Coração
O lema escolhido reflete a missão da Paróquia: fazer com que a graça celebrada no Altar transborde para a vida quotidiana, tocando o coração de cada família e fortalecendo os laços de solidariedade na comunidade.
A Paróquia de Nossa Senhora das Dores convida todos os diocesanos a acompanharem esta preparação e a participarem ativamente na abertura deste ano santo. Que estes 175 anos sejam, acima de tudo, um tempo de renovação da esperança.
Diácono Patrick Afonso