Cabo Verde

Diocese de Santiago: Seminário inicia Ano Académico

Diocese de Santiago: Seminário inicia Ano Académico O Seminario de São José, na ilha cabo-verdiana de Santiago iniciou em 30 de Setembro o ano lectivo 2025/2026 com reuniões iniciais de formação. A exemplo da vida dos santos Italianos Giorgio Frassatti e Carlo Acutis recentemente canonizados, o Seminário prioriza a Eucaristia e a prática da devoção do terço do rosário e a partir daí organizar toda a vida espiritual, fez saber o Reitor daquela instituição o padre José Ávaro Borja. Um ano que começa com sete seminaristas da Diocese de Santiago e um da Diocese de Mindelo, todos na fase propedéutica e discipular. Numericamente fraco, lamenta o Reitor. Os sete entram este ano em contacto com a Universidade Católica para o estudo filosófico.Aos jovens cabo-verdianos o Padre José Álvaro Borja recomenda uma vida de oração e aos baptizados em geral terem uma prepectiva missionária em vista a um melhor ambiente social e eclesial. A Diocese de Santiago conta com mais quatro seminaristas maiores no último ano de Teologia em Braga, Portugal.O Seminário de São José situada na cidade da Praia, ilha de Santiago, foi fundado em 7 de Outubro de 1957 pelo Bispo Goês, Dom José do Carmo Colaço.

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Peregrinos da Diocese de Mindelo, revigorados na fé já regressaram à Cabo Verde

Peregrinos da Diocese de Mindelo, revigorados na fé já regressaram à Cabo Verde No âmbito do Jubileu de Esperança  que decorre ao longo deste ano de 2025, peregrinos da Diocese de Mindelo juntamente com o Bispo, Dom Ildo Fortes se deslocaram à Roma, Itália para celebrar o nascimento de Jesus Cristo, no centro da catolicidade.O sentimento ao percorrer as estradas, os lugares importantes da História da Igreja, revigora a fé do cristão, sentimento unânime.Entrar pelas Portas Santas, percorrer as quatro Basílicas principais, a Escada Santa, visitar as catacumbas de São Calixto, ouvir falar do santo Pier Giorgio Frassati, em Assis, encontrar com os Santos Francisco, Clara e Carlo Acutis, escutar as histórias, visitar a Rádio Vaticano e na Praça São Pedro serem saudados pelo Papa Leão XIV, foram momentos de graça, revelaram 3 dos 36 peregrinos que já regressaram á Cabo Verde.Lúcia Gracia da ilha do Fogo e residente na ilha do Sal diz regressar com a alma cheia que não consegue explicar. Experiência única, uma mistura de emoções diz outra peregrina Maria Rodrigues da ilha de Santo Antão encantada por estar em Roma 25 anos depois. Ela desenha a sensação de comunhão eclesial. Gratidão a Deus, expressa Neusa Semedo, peregrina pela primeira vez. A mesma faz questão de marcar presença nas próximas, organizadas pela Diocese de Mindelo. Lúcia Garcia, Maria Rodrigues e Neusa Semedo com testemunhos da peregrinação jubilar 2025 que aconteceu de 19 a 27 de Setembro com um itinerário: Roma e Assis, na Itália.Fátima, onde os cristãos têm Mãe e Santarém em Portugal também receberam os peregrinos que visitaram e celebraram na Basílica do Milagre Eucarístico, onde São Carlo Acutis também esteve.Peregrinação numa altura em que a Igreja de Jesus Cristo em Cabo Verde caminha para a celebração dos 500 anos da criação de Diocese de Santiago e 30 anos da Diocese de Mindelo em 2033, renovando, fazendo memória mas, com os olhos postos no futuro, em relação à evangelização.

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Uma cabo-verdiana entra hoje (07/10) no Mosteiro Trapista de Santa Maria

Uma cabo-verdiana entra hoje (07/10) no Mosteiro Trapista de Santa Maria A jovem Eva Rosário natural de Alto Mira Santo Antão ingressa hoje no Mosteiro Trapista de Santa Maria, Mãe da Igreja na localidade de Palaçoulo perto de Bragança- Norte de Portugal. Durante as suas férias pela sua terra natal deu um testemunho vocacional. É uma linda história, um testemunho autêntico de que a quem tem a Deus tem tudo, nada lhe falta só Deus basta! Rezemos por ela!https://youtu.be/d2IWFRSjYIs

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Ordenação Diaconal na Catedral de Sevilha

Ordenação Diaconal na Catedral de Sevilha Neste dia 20 de setembro, a Igreja de Mindelo está em júbilo com o neodiácono Erson Patrik, que foi ordenado juntamente com os seus colegas de formação no Seminário Metropolitano de Sevilha. A cerimónia, presidida pelo arcebispo de Sevilha, D. José Ángel Saiz Meneses, teve lugar na imponente Catedral de Sevilha. O bispo diocesano, Dom Ildo Fortes, alguns familiares, amigos, seminaristas da diocese e membros da comunidade cabo-verdiana de Loulé quiseram testemunhar o rito de ordenação, que simboliza o compromisso do nosso novo diácono com a vida de serviço e dedicação à Igreja e à sociedade. Durante a homilia, D. José Ángel Saiz Meneses destacou a importância do diaconato na Igreja, enfatizando o papel dos diáconos como servos do povo de Deus, especialmente na proximidade com os mais necessitados. “O diaconato é um ministério de humildade, de serviço e de entrega total. Os novos diáconos estão chamados a ser sinais visíveis do amor de Cristo, especialmente no cuidado com os pobres, os enfermos e todos aqueles que se encontram à margem da sociedade”, afirmou o arcebispo. A festa após a celebração foi feita no seminário onde vivem o recém-ordenado e os seminaristas Elder Fortes e Ailton Morais, que contou com discursos, cantares e danças que tornaram presente toda a morabeza cabo-verdiana. O recém-ordenado vai terminar a sua última etapa formativa em Sevilha no ritmo proposto pela equipa formadora da Arquidiocese e, quando a concluir, regressará à diocese. Entretanto, rezemos pela sua vida e pelo seu ministério que começa hoje. Bendito seja Deus!

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Cabo Verde: Imigração «fragiliza» sociedade que está a perder mão-de-obra

Cabo Verde: Imigração «fragiliza» sociedade que está a perder mão-de-obra D. Ildo Fortes participa no XVI Encontro de Bispos dos Países Lusófonos com expetativa de «desenvolver maior cooperação nível social» Foto: Lusa Lisboa, 11 set 2025 (Ecclesia) – D. Ildo Fortes, bispo do Mindelo disse hoje que a imigração está a “fragilizar” a sociedade cabo-verdiana, que perde mão-de-obra “nas áreas do turismo e construção” e pede que esta situação seja “equacionada”. “Em Cabo Verde temos assistido, nos últimos anos, a uma demanda enorme, que também merece uma reflexão porque deixa o nosso país numa situação de fragilidade. Estamos a ficar numa situação periclitante em relação ao turismo, a nível da restauração, a nível de técnicos de construção civil, carpinteiros. Está a sair muita gente, então isso precisava de ser equacionado”, explica à Agência ECCLESIA. O responsável dá conta de um país “assolado pelas secas permanentes”, com pouca produção e de onde “se sai muito” para procurar “melhores condições de vida”: “É um direito das pessoas”. “Os países têm feito acordos para facilitar a mobilidade entre as pessoas, então é normal que efetivamente isso possa acontecer. Nos países de acolhimento, onde eles se encontram, é importante que a sua identidade se mantenha, ao mesmo tempo que haja integração. Este encontro dos bispos lusófonos é uma boa ocasião para se pensar sobre o problema da imigração”, indica. Decorre, entre Lisboa e Fátima, o XVI Encontro de Bispos dos Países Lusófonos, reunindo responsáveis católicos de oito nações até sexta-feira, sendo esta uma ocasião para estreitar colaborações, partilhar ajudas e sintonias, para além da já existente na “formação sacerdotal e laical”. “Penso que há ainda espaço para desenvolver maior cooperação também a nível social. Podemos criar dinâmicas se sentarmos e partilharmos desafios, preocupações, dificuldades, mas também as esperanças e caminhos que podemos procurar juntos. Acredito que o encontro este ano, até pelo tema que nos traz aqui, pode verdadeiramente traduzir-se em formas de ajuda visíveis”, sustenta. Foto: Agência ECCLESIA/MC O bispo do Mindelo assinala a importância dos encontros entre responsáveis como sinal de diálogo e partilha para o mundo. “Neste mundo marcado por tensões, por conflitos, por guerras, por violências, aquilo que foi o sínodo dos bispos é mesmo um sinal de que a Igreja tem que fazer a diferença. A Igreja é um instrumento de paz, de fraternidade, e eu penso que mais do que nunca, talvez nos nossos dias e no mundo, neste século XXI, as Igrejas, nas suas diversas instâncias, podem fazer a diferença mostrando que nós temos muito mais em comum”, reconhece. Pelo menos sete pessoas morreram na sequência de uma tempestade, que atingiu com maior intensidade a ilha cabo-verdiana de São Vicente, no dia 11 de gosto, causando inundações e danos materiais em estradas, ruas, habitações e outras infraestruturas. D. Ildo Fortes dá conta da ajuda e da identificação imediata por parte da Cáritas das situações que necessitavam de acompanhamento. “A Igreja não aparece só quando há uma catástrofe. A nossa Cáritas em Cabo Verde está muito estabelecida, não só a nacional, como as duas diocesanas e em todas as paróquias, temos instâncias da Cáritas. Muitas famílias que foram afetadas com a tempestade, com as grandes chuvas, já estavam sob a nossa alçada. A vocação da Igreja, a sua opção preferencial é pelos pobres. Daí que, no primeiro instante a Cáritas já tinha identificado algumas pessoas cuja casa desabou, ou a água entrou de tal forma que ficaram sem os seus haveres, camas, roupas, utensílios”, afirmou. Depois da ajuda de emergência, “organização de cestas básicas, refeições quentes, roupas”, as pessoas regressaram às suas casas, mostrando a “esperança que os habita”. Apesar disso, D. Ildo Fortes aponta “assimetrias” numa sociedade pobre, num país onde escasseia chuva. “Nestes 50 anos de independência, o fosso centro de ricos e de pobres aumentou-se. Nós temos muitas pessoas que vivem bem, e é verdade, o nosso contexto é uma referência entre sistemas políticos, mas os pobres crescem. A Igreja tem um trabalho regular, sobretudo nas ilhas mais rurais, em Santiago, em Santo Antão, no Fogo, há um trabalho intenso com os pobres, para investir na sua autonomia: ajudamos, por exemplo, as pessoas a cultivarem sua terra, a oferecer os meios de rega gota a gota, a criarem os seus animais, a ter pequenas empresas. Mas hoje há outras formas de pobreza: pessoas em condições infra-humanas, o álcool é um problema enorme, a droga também, muitas jovens em idade escolar que engravidam. É preciso trabalhar essa pobreza humana”, finaliza. In Agência Ecclesia

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São Vicente: a ilha com a marca de Maria

São Vicente: a ilha com a marca de Maria A ilha de São Vicente é tributária de uma forte tradição mariana, ou seja, terra de devoção à Nossa Senhora da Luz, não fosse a primeira igreja construída na ilha a igreja de Nossa Senhora da Luz, hoje pró-catedral, com os seus 162 anos. Sérgio Fruzoni, escritor ítalo-cabo-verdiano, eternizou a ligação do povo de São Vicente com Maria, através da célebre morna “Tempe de D`Canequinha”, onde canta que “um vez Sonsente era sabe”, “konde pe Nossa Senhora da Luz tinha um grande procissão”. A Cidade do Mindelo nasceu em 1819, como aldeia de Nossa Senhora da Luz e cresceu “bambudo”, nas costas de Nossa Senhora, pois foi construída à volta da Igreja Paroquial. Os poetas cantaram Maria em jeito de gratidão e devoção, sendo exemplo Lela de Maninha em São Vicente di longe. A “Serenata” em honra de Nossa Senhora da Luz, na véspera da festa da padroeira celebrada a 8 de Setembro, é um já um marco cultural da cidade que honra Maria.. Em São Vicente, Maria inspira e é alvo da devoção de poetas e músicos, fiéis católicos e de não crentes, que não faltam à serenata ou às procissões em honra da Mãe da Igreja. Nas casas não faltam imagens da Virgem. Consta que nos anos 40 do século XX muitas mulheres pediam a Nossa Senhora uma filha, que ao nascer recebia o nome de Maria da Luz. Também muitas mães davam a Nossa Senhora as suas filhas como madrinha. Antigamente, quando os emigrantes regressavam à terra natal, a Igreja Paroquial de Nossa Senhora da Luz era um dos primeiros lugares que visitavam, para rezarem junto à Imagem de Maria e acenderem uma vela. Traziam toalhas, velas, flores e/ou alguma quantia em dinheiro e regressavam à igreja para a despedida, antes do regresso à terra longe. Aponta-se que a devoção levava senhoras a doarem os seus cabelos à Nossa Senhora, dai o cabelo da Imagem de Maria na Igreja de Nossa Senhora da Luz não ser sintético, mas natural. Nita Santos 06/09/2025 © Paróquia Nossa Senhora da Luz

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Carta Pastoral 2025–2026: “No Caminho da Escuta e do Acolhimento”

Carta Pastoral 2025–2026: “No Caminho da Escuta e do Acolhimento” Na Memória Litúrgica de Santo Agostinho, Dom Ildo Fortes, Bispo da Diocese de Mindelo, publicou a nova Carta Pastoral para o ano 2025–2026, propondo como lema pastoral “No Caminho da Escuta e do Acolhimento”. Esta carta aponta para o segundo ano do quinquénio pastoral rumo ao Jubileu de Prata da Diocese (2028/2029) e convida toda a comunidade a viver com mais profundidade a escuta e o acolhimento como atitudes essenciais da fé cristã. Inspirado pela espiritualidade de Santo Agostinho, São João da Cruz e pelo magistério do falecido Papa Francisco e do novo Papa Leão XIV, Dom Ildo propõe um caminho de esperança, mesmo em tempos difíceis, como os vividos recentemente com as chuvas intensas que afetaram várias ilhas da nossa Igreja. Dom Ildo encerra a carta com um apelo à vivência deste tempo como um verdadeiro Kairos, um tempo de graça e amadurecimento espiritual. Que Maria, Consoladora dos Aflitos e Mãe da Esperança, interceda por todos os peregrinos desta Igreja diocesana. Para ler a carta pastoral clique aqui

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Erson de Covok Selvom (Paróquia de Santo António das Pombas) será um dos seis a ser ordenado diácono em Sevilha

Erson de Covok Selvom (Paróquia de Santo António das Pombas) será um dos seis a ser ordenado diácono em Sevilha No próximo dia 20 de Setembro em Sevilha (Espanha) haverá ordenações diaconais de seis seminaristas do Seminário Metropolitano de Sevilha, na Catedral de Santa María de la Sede y de la Asunción de Sevilla. Um destes ordinandos é seminarista da nossa Diocese de Mindelo – Erson Patrick Rosário da Cruz. Essa celebração, que começará pelas 11hrs de Sevilha (8hrs de Cabo Verde), será presidida pelo Arcebispo de Sevilha, Dom José Ángel Meneses. O seminarista Erson Patrick Rosário da Cruz de 23 anos é filho de Cobok Selvom, uma das localidades de Janela de Paul. A sua ordenação em Sevilha é por razões formativas. Para ler a biografia do seminarista Erson da Cruz. Rezemos a Deus Nosso Pai, por este rapaz da Paróquia de Santo António das Pombas, pelo seu ministério e pelo seu ano de formação lá em Sevilha para que preservere sempre na vocação que Ele o chama.

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Erson dará o seu Sim ao diaconado no dia 20 de Setembro em Sevilha

Erson dará o seu Sim ao diaconado no dia 20 de Setembro em Sevilha Erson Patrick Rosário da Cruz é filho de Manuel António dos Santos da Cruz e de Alcídia Cândida da Luz Rosário. Nasceu no dia 2 de março de 2002, na freguesia de Santo António das Pombas, concelho do Paul, Santo Antão.Erson descobriu a sua vocação em 2016, ano em que participou no campo vocacional da Diocese do Mindelo. Foi então que começou a meditar nas grandes questões existenciais da sua vida. Uma grande referência da sua adolescência foi o Pe José Júlio, cuja forma de exercer o sacerdócio o cativou. Depois de um ano de discernimento com o pároco entrou no Seminário Menor Diocesano de Cristo Bom Pastor, em São Vicente. Erson Patrick fez os estudos primários na escola de Janela e estudou do sétimo até ao 10º ano no Liceu Januário Leite, todos no concelho do Paul. Ao terminar o 10º ano ingressou no seminário e passou a estudar no Liceu Ludgero Lima, em São Vicente, onde terminou o ensino secundário em 2020. Em setembro do mesmo ano foi enviado a prosseguir os estudos na Faculdade de Teologia San Isidoro de Sevilha e a viver no Seminário Metropolitano de Sevilha, em Espanha. Em 8 de agosto de 2023 foi instituído ao ministério do leitorado, pelo Bispo Dom Ildo Fortes, no Seminário Maior Cristo-Rei dos Olivais do Patriarcado de Lisboa. Em 28 de junho de 2024 foi instituído ao ministério do acolitado, na Pró-Catedral de Nossa Senhora da Luz, também por Dom Ildo Fortes, Bispo da Diocese de Mindelo. Em 26 de maio de 2025 foi admitido às ordens sacras na Capela do Seminário Metropolitano de Sevilha por Dom Ramon Valdivia, Bispo auxiliar de Sevilha. No dia 26 de junho de 2025 concluiu os seus estudos no Bacharel de Filosofia e de Teologia na Faculdade de Teologia San Isidoro de Sevilha.Após a ordenação diaconal, Erson Patrick Rosário da Cruz começará a sua especialização numa das mais variadas áreas da Teologia.

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11 rapazes na ilha do Sal quiseram escutar a Voz que diz “Tu segue-Me”

11 rapazes na ilha do Sal quiseram escutar a Voz que diz “Tu segue-Me” Dos 23 a 27 deste mês na Paroquia Santo António dos Espargos aconteceu o discernimento vocacional. O lema que foi eleito foi “Tu segue-Me” (Jo 21, 22). Este acampamento contou com a participação de 11 rapazes que estiveram sob a orientação dos dois seminaristas provenientes desta ilha – Geovanni Borges (Seminário Maior Cristo-Rei dos Olivais, Lisboa) e Ricardo Correia (Seminário Diocesano Cristo Bom Pastor, Mindelo). Na semana anterior tinha acontecido o encontro dos seminaristas da Diocese de Mindelo; instituição, no dia 17 de julho, ao ministério do acolitado de um dos seminaristas maiores que estuda no Seminário dos Olivais; e as ordenações, no dia 20 de Julho, diaconal e presbiteral que foram o cume (e o motivo) das atividades diocesanas na ilha do Sal. Esta iniciativa de fazer o acampamento vocacional surge neste contexto. As duas paróquias da ilha do Sal, em conjunto, resolveram aproveitar o ambiente propício para oferecer aos rapazes uma oportunidade de orar e de escutar a voz de Deus que chama sem cessar, nas e das suas realidades concretas. Nestes dias de discernimento houve momentos de convívio com os padres e seminaristas; conferencias; testemunho do neo-sacerdote Eder e de um casal; momentos de lazer e de oração.  O feedback deixado pelos rapazes foi que os dias foram ricos de muito aprendizado, partilhas de experiência e de muita oração. Foi uma oportunidade para ouvir a voz de Deus que chama cada um a uma vocação específica seja ela Matrimonial ou Sacerdotal. Avaliaram muito positivamente o encontro e demostraram forte desejo de participar em mais momentos deste género.

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