Dom Ildo Fortes felicita seminaristas maiores de Cabo Verde pelo Encontro Anual em Évora

2017-04-20       Actualidade       Igreja  

  

  O Bispo da Diocese de Mindelo, Dom Ildo Fortes, numa mensagem enviada a todos os seminaristas maiores de Cabo Verde que, por estes dias, desde dia 18 até 21 de Abril, estão reunidos em Évora, Portugal, felicita e espera que o Encontro sirva para estreitar laços no presente e no futuro.  

Em entrevista ao Site da Diocese de Mindelo, Dom Ildo Fortes considera que os encontros dos seminaristas maiores de Cabo Verde que se tem feito todos os anos na oitava da Páscoa são uma ocasião para estreitarem laços de comunhão e de amizade: «creio que esses encontros são muito bons; pois podem contribuir muito para estreitarem sobretudo laços de comunhão e amizade entre eles; porque isso é bom e porque no futuro irão trabalhar juntos e é bom que se conheçam um pouco mais e tenham gosto de ir experimentando a vida partilhada. A comunhão presbiteral também passará por se criar desde já este espirito de fraternidade e solidariedade».
Na mensagem dirigida aos seminaristas maiores, Dom Ildo Fortes pede-lhes para estarem certos da presença de Jesus nas suas vidas: «estejam bem certos de que o Senhor está sempre convosco. Podeis não o ver, podeis passar por momentos vazios e de dificuldade, mas Jesus está convosco sempre. Nos momentos difíceis é quando Ele mais está convosco, é quando Ele se põe a caminhar convosco, escuta a vossa dor».
A certeza da presença do Senhor Ressuscitado deve, segundo o Bispo de Mindelo, ser correspondida com a fidelidade e seriedade na caminhada vocacional. Assim, o prelado do Mindelo dizia que «é preciso ser verdadeiro, é preciso ser transparente, é preciso ter a coragem de dizer “passa-se isto connosco”». Uma das preocupações de Dom Ildo Fortes na formação dos seminaristas é «dimensão humana e espiritual». 
Dom Ildo Fortes considera que «crescer na solidez interior, profundidade de vida e maturidade humana, creio que é fundamental para um sacerdote poder desempenhar bem o seu ministério e para lidar com as vicissitudes do tempo presente. A nossa sociedade e o mundo actual precisam muito de homens sérios e profundos e que ao mesmo tempo saibam ler os sinais dos tempos e dialogar com a sociedade».



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