Assembleia de Catequistas das paróquias da ilha de São Vicente foi positiva

2017-11-12       Actualidade       Igreja  

  

Aconteceu ontem, 11 de Novembro, das 15h00 às 17h30, no salão da igreja de Nossa Senhora da Luz, a Assembleia Geral de Catequistas, que congregou dezenas de catequistas de todas as paróquias da ilha de São Vicente. A reflexão de um tema orientado por Pe Paulo Vaz, pároco, a avaliação do início do ano catequético, a partilha dos desafios e preocupações estiveram na agenda da Assembleia. Por fim, todos foram unânimes em realçar que foi um momento muito rico.

Depois de sublinhar que a Assembleia de Catequista foi uma iniciativa bem pensada, o catequista Anísio Monteiro, paróquia de Nossa Senhora da Luz, disse que leva «muito amor, muito carinho e muita esperança em poder vir a ser um melhor catequista». Ainda, espera que nos futuros encontros de formação todos os catequistas possam participar.
Maria Silva, coordenadora da catequese na paróquia de Santo António, disse que a catequese, na referida paróquia, iniciou-se com muitas iniciativas, a Assembleia de Catequistas realizada foi muito boa e é uma forma de ajudar os catequistas a assumirem mais a sua missão. Por fim, exaltou o facto de que os catequistas da paróquia de Santo António participaram todos.
Laurinda Andrade, que este ano assumiu a coordenação do Secretariado da Catequese da paróquia de São Vicente, considera que a primeira impressão que tem da catequese na referida paróquia é a de que há muito trabalho a fazer e espera conseguir dar uma resposta positiva aos muitos desafios. Quanto à Assembleia de Catequistas, ela salientou que «foi muito produtiva, houve muitas perguntas e agora é preciso que cada catequista responda ao longo do ano o compromisso que assumiram».
Por fim, o pároco, Pe Paulo Vaz, fez uma avaliação positiva, sublinhando a presença e a participação da maioria dos catequistas da ilha de São Vicente e considerou que «é uma forma de se estarem juntos, o que expressa a comunhão das paróquias e é uma forma de partilharem os desafios e buscar, juntos, soluções. É preciso a formação e habituar-se a ser Igreja e a caminhar com a Igreja. Isto exige uma relação vital que nós temos com a Igreja Diocesana e ao mesmo tempo com Cristo que é a Cabeça».



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