AS FIGURAS DO ADVENTO

2018-12-12       Actualidade       Igreja  

  

Isaías, João Baptista e Maria - As três figuras bíblicas do Advento

O profeta Isaías – representa o povo da promessa, Israel, que espera a salvação ● A Igreja, novo povo de Deus, une-se ao povo eleito na “expectação”.
● Isaías convoca o novo povo de Deus a colocar-se em atitude de espera e de preparação para o Reino messiânico. 

João Batista –  figura de preparação  
● É o profeta que faz a ligação entre o Antigo e o Novo Testamento.
● Anuncia a vinda do Messias e o mostra presente entre os homens.
● É o que baptiza o Messias e o que testemunha a justiça e a verdade.
● Ele próprio é o testemunho de conversão e penitência.
● Convoca à conversão para receberem o Messias e para se preparar ao juízo final. 

A Virgem Maria, Nossa Senhora da Expectação – Virgem da esperança e Mãe do Salvador 4º dom. 
● Maria já está grávida do Salvador. Ele já está presente, já se manifesta em Maria e por Maria, mas não totalmente.
● Ele ainda precisa nascer, ainda precisa de um “lugar”; Jesus deseja nascer em cada coração humano. Deseja que cada pessoa se torne “mãe” do Senhor.Torna-se “mãe”, a exemplo de Maria, quem acolhe sua palavra e a põe em prática  

As três figuras (personagens) bíblicas do Advento

O profeta Isaías
– representa o povo da promessa, Israel, que espera a salvação
● A Igreja, novo povo de Deus, une-se ao povo eleito na “expectação”.
● Isaías convoca o novo povo de Deus a colocar-se em atitude de espera e de preparação para o Reino messiânico.


João Batista –  figura de preparação 
● É o profeta que faz a ligação entre o Antigo e o Novo Testamento.
● Anuncia a vinda do Messias e o mostra presente entre os homens.
● É o que baptiza o Messias e o que testemunha a justiça e a verdade.
● Ele próprio é o testemunho de conversão e penitência.
● Convoca à conversão para receberem o Messias e para se preparar ao juízo final.


A Virgem Maria
, Nossa Senhora da Expectação – Virgem da esperança e Mãe do Salvador 4º dom.

● Maria já está grávida do Salvador. Ele já está presente, já se manifesta em Maria e por Maria, mas não totalmente.
● Ele ainda precisa nascer, ainda precisa de um “lugar”; Jesus deseja nascer em cada coração humano. Deseja que cada pessoa se torne “mãe” do Senhor.Torna-se “mãe”, a exemplo de Maria, quem acolhe sua palavra e a põe em prática
 

1.-A FIGURA DA ESPERA: ISAÍAS
As leituras do Advento coloca-nos em contacto com Isaías. Os Evangelhos não dizem nada da personalidade do profeta Isaías, mas citam-no. Podemos até mesmo dizer que, frequentemente, pode-se advinha-lo presente no pensamento e até nas palavras de Cristo. É o profeta por excelência do tempo da espera; está espantosamente perto, está entre nós, hoje. Está presente pelo seu desejo de libertação, desejo do absoluto de Deus; o é na lógica bravura de toda sua vida que é luta e combate; o é até na sua arte literária, na qual nosso século volta a encontrar seu gosto pela imagem desnuda mas forte até a crueza. É um desses «violentos» aos quais o Reino é prometido por Cristo. Tudo deve ceder perante este visionário, emocionado pelo esplendor futuro do Reino de Deus inaugurado com a vinda de um Príncipe de paz e justiça. Encontramos em Isaías esse poder tranquilo e inquebrantável do que está possuído pelo Espírito que anuncia, sem outra alternativa e como que pesando as coisas que diz o Senhor. O profeta não é conhecido senão pelas suas obras, mas estas são tão características que através delas podemos adivinhar e amar sua pessoa. Surpreendente proximidade desta grande figura do século VIII antes de Cristo, que sentimos no meio de nós, cotidianamente, dominando-nos desde sua altura espiritual. Isaías viveu em uma época de esplendor e prosperidade. Raras vezes os reinos de Judá e Samaria haviam conhecido tal optimismo e sua posição política lhes permite sonhos ambiciosos. Sua religiosidade atribui a Deus a fortuna política e a religião espera dele novos sucessos. Em meio deste frágil paraíso, Isaías vai erguer-se valorosamente e cumprir sua missão: mostrar a seu povo a ruína que o espera por sua negligência. Pertencente sem dúvida à aristocracia de Jerusalém, alimentado pela literatura de seus predecessores, principalmente Amós e Oseias, Isaías prevê como eles, inspirado por seu Deus, o que será a história de seu país. Superando a situação presente na qual se misturam covardias e compromissos, vê o castigo futuro que direccionará os caminhos tortuosos… A partir deste momento, Isaías já não se pertence. Não porque seja um simples instrumento passivo nas mãos de Yahvé; ao contrário, todo seu dinamismo vai ser colocado a serviço de seu Deus, convertendo-se em seu mensageiro. Mensageiro terrível que anuncia o despojo de Israel ao que só lhe restará um pequeno sopro de vida. A Virgem dará à luz Mas Isaías não se isolará no papel de pregador moralizante. E assim se torna para sempre o grande anunciador da Parusia, da vinda de Yahvé. Assim com Amós tinha se levantado contra a sede de dominação que avivava a brilhante situação de Judá e Samaria no século VIII, Isaías prediz os cataclismas que se desencadearão no dia de Yahvé (Is 2, 1-17). Esse dia será para Israel o dia do juízo. Para Isaías, como mais tarde para São Paulo e São João, a vinda do Senhor traz consigo o triunfo da justiça. Por outro lado, os capítulos 7 a 11 vão nos descrever o Príncipe que governará na paz e na justiça (ls 7, 10-17).
É fundamental familiarizar-se com o duplo sentido do texto. Àquele que não entrar na realidade ambivalente que este comunica, será totalmente impossível compreender a Escritura, inclusive certas passagens do Evangelho, e viver plenamente a liturgia.
O nascimento de Emanuel, "Deus connosco", reconfortará um reino dividido pelo cisma de dez tribos. O anúncio deste nascimento promete, pois, aos contemporâneos de Isaías e aos ouvinte de seu oráculo, a sobrevivência do reino, apesar do cisma e da devastação. Príncipe e profeta, esse menino salvará por si mesmo seu país.

2.-A FIGURA DA PREPARAÇÃO: JOÃO BATISTA
Isaías está presente em João Batista, como João Batista está presente n’Aquele a quem preparou o caminho e que dirá dele: "Não surgiu entre os nascidos de mulher ninguém maior que João Batista". São Lucas nos conta com detalhe o anúncio do nascimento de João (Lc 1, 5-25). Esta estranha entrada em cena de um ser que se tornará um dos mais importantes da realização dos planos divinos é muito do estilo do Antigo Testamento. Todos os seres vivos deviam ser destruídos pelo dilúvio, mas Noé e os seus foram salvos na arca. Isaac nasce de Sara, já em idade avançada para dar à luz. Davi, jovem e sem técnica de combate, derruba Golias. Moisés, futuro guia do povo de Israel, é encontrado em uma cesta (designada em hebraico com a mesma palavra que arca) e salvo da morte. Desta maneira, Deus quer destacar que Ele mesmo toma a iniciativa da salvação de seu povo. O anúncio do nascimento de João é solene. Realiza-se no contexto litúrgico do templo, seu pai, sacerdote, servia no Templo. Desde a designação do nome do menino, "João", que significa "Yahvé é favorável", tudo é concreta preparação divina do instrumento que o Senhor elegeu. Sua chegada não passará despercebida e muitos se alegrarão com seu nascimento (Lc 1, 14); abster-se-á de vinho e bebidas embriagantes, será um menino consagrado e, como prescreve o livro dos Números (6, 1), não beberá vinho nem licor fermentado. João já sinal de sua vocação de asceta. O Espírito habita nele desde o seio de sua mãe. A sua vocação de asceta une-se à guia de seu povo (Lc 1, 17). Benedictus Deus Israelei O nascimento de João é motivo de um admirável poema que, por sua vez, é acção de graças e descrição do futuro papel do menino. A Igreja canta esta poema todos os dias no final das Laudes reavivando sua acção de graças pela salvação que Deus lhe deu e em reconhecimento porque João continua mostrando-lhe "o caminho da paz". João Batista é sinal da irrupção de Deus no meio do Seu povo. O Senhor o visita, o livra, realiza a aliança que havia prometido.  O papel do precursor é muito precioso: prepara os caminhos do Senhor (Is 40, 3), dá a seu povo o "conhecimento da salvação. Todo o afã especulativo e contemplativo de Israel é conhecer a salvação, as maravilhas do desígnio de Deus sobre seu povo. O conhecimento dessa salvação provoca nele a acção de graças, a bênção, a proclamação dos benefícios de Deus que se expressa no "Bendito seja o Senhor, Deus de Israel". A misericordiosa ternura de Deus enviará o Messias que, segundo duas passagens de Isaías (9, 1 e 42, 7), retomadas por Cristo (Jo 8, 12), "iluminará os que jazem entre as trevas e sombra da morte" (Lc 1, 79).O papel de João, "preparar o caminho do Senhor". Ele o sabe e designa a si mesmo, referindo-se a Isaías (40, 3), como a voz que clama no deserto: "Preparai o caminho do Senhor". Mais positivamente ainda, deverá mostrar àquele que está no meio dos homens, mas que estes não o conhecem (Jo 1, 26) e a quem chama, quando o vê chegar: "Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo" (Jo 1, 29).João corresponde e quer corresponder ao que foi dito e previsto sobre ele. Deve dar testemunho da presença do Messias. O modo de chamá-lo indica que o l Messias representa para ele: é o "Cordeiro de Deus”.  Todos verão a salvação de Deus O sentido exacto de seu papel, sua vontade de ocultamento, fizeram do Batista uma figura sempre actual através dos séculos. Não se pode falar dele sem falar de Cristo, mas a Igreja não lembra nunca a vinda de Cristo sem lembrar do Precursor. O Precursor não está unido apenas à vinda de Cristo, mas também à sua obra, que anuncia: a redenção do mundo e sua reconstrução até a Parusia. Todos os anos a Igreja nos faz actual o testemunho de João e de sua atitude frente a sua mensagem. Deste modo, João está sempre presente durante a liturgia de Advento. Na realidade, seu exemplo deve permanecer constantemente diante dos olho das Igreja. A Igreja, e cada um de nós nela, tem com missão preparar os caminhos do Senhor, anunciar a Boa Notícia. Mas recebê-la exige a conversão. Entrar em contato com Cristo supõe o desprendimento de si mesmo. Sem esta ascese, Cristo pode estar no meio de nós sem ser reconhecido (Jo l, 26). Como João, a Igreja e seus fiéis têm o dever que não cobrir a luz, mas de dar testemunho dela (Jo 1, 7). A esposa, a Igreja, deve ceder o posto ao Esposo. Ela é testemunho e deve ocultar-se diante daquele a quem testemunha. Papel difícil o estar presente no mundo, firmemente presente até o martírio. como João, sem impulsionar uma "instituição" em vez de impulsionar a pessoa de Cristo. Papel missionário sempre difícil o de anunciar a Boa Notícia e não uma raça, uma civilização, uma cultura ou um país: "É preciso que ele cresça e que eu diminua" (Jo 3, 30). Anunciar a Boa Notícia e não uma determinada espiritualidade, uma determinada ordem religiosa, uma determinada ação católica especializada; como João, mostrar a seus próprios discípulos onde está para eles o "Cordeiro de Deus" e não cercá-los como se fôssemos nós a luz que vai iluminá-los. Esta deve ser uma lição sem presente e necessária, bem como a da ascese do deserto e a do recolhimento no amor para dar melhor testemunho. A eloquência do silêncio no deserto é fundamental a todo verdadeiro e eficaz anúncio da Boa Notícia. Origens escreve em seu comentário sobre São Lucas (Lc 4): Quanto a mim, penso que o mistério de João realiza-se no mundo ainda hoje". A Igreja, na realidade, continua o papel do Precursor; nos mostra Cristo, nos encaminha à vinda do Senhor. Durante o Advento, a grande figura do Batista apresenta-se viva para nós, homens do século XX, a caminho do dia de Cristo. O próprio Cristo, retomando o texto de Malaquias (3,1), fala-nos de João como "mensageiro" (4); João designa a si mesmo como tal. São Lucas descreve João como um pregador que chama à conversão absoluta e exige a renovação: "Que os vales se levantem, que montes e colinas se abaixem, que o torcido se endireite, e o escabroso se iguale. Será revelada a glória do Senhor e todos os homens a verão juntos". Assim se expressava Isaías (40, 5-6) em um poema tomado por Lucas para mostrar a obra de João. Trata-se de uma renovação, de uma mudança, de uma conversão que reside, sobre tudo, em um esforço para voltar à caridade, ao amor aos demais (Lc 3, 10-14). Lucas resume em uma frase toda a actividade de João: 
"Anunciava ao povo a Boa Notícia" (Lc 3, 18).
Preparar os caminhos do Senhor, anunciar a Boa Notícia, é o papel de João e ele nos exorta a que nós desempenhemos. Hoje, este papel não é mais simples nos tempos de João e incumbe a cada um de nós. O martírio de João teve sua origem na franca honestidade com que denunciou o pecado. 
João Batista anunciou o Cordeiro de Deus. Foi o primeiro a chamar Cristo desta maneira.
Citemos aqui o belo Prefácio introduzido em nossa liturgia para a festa do martírio de São João Batista, que resume admiravelmente sua vida e seu papel: 
"Porque ele saltou de alegria no ventre de sua mãe, ao chegar o Salvador dos homens, e seu nascimento foi motivo de alegria para muitos. Ele foi escolhido entre todos os profetas para mostrar às pessoas o Cordeiro que tira o pecado do mundo. Ele baptizou no Jordão o autor do baptismo, e a água viva tem desde então poder de salvação para os homens. E ele deu, por fim, seu sangue e como supremo testemunho do nome de Cristo".

3. A FIGURA DA ESPERANÇA : VIRGEM MARIA
Este mês de Dezembro é que é o mês de Maria na Liturgia da Igreja; Sublinhamos a Sua maternidade; a sua mais alta dignidade – Mãe de Deus. A primeira vinda do Senhor realizou-se graças a ela. E, por isso, todas as gerações a chamamos Bem-aventurada. Hoje, que reparamos, a cada ano, uma nova vinda, os olhos da Igreja se voltam a ela, para aprender, com estremecimento e humildade agradecida, como se espera e como se prepara a vinda do Emanuel: do Deus connosco. Mais ainda, para aprender também como se dá ao mundo o Salvador. Sobre o papel da Virgem Maria na vinda do Senhor, a liturgia do Advento oferece duas sínteses, nos prefácios II e IIA deste tempo: "Foi Ele que os Profetas anunciaram, a Virgem Mãe esperou com inefável amor, João Baptista proclamou estar para vire mostrou já presente no meio dos homens» " Nós Vos louvamos, nós Vos bendizemos, nós Vos glorificamos pelo admirável mistério da Virgem Mãe: Do antigo adversário veio a ruína, do seio virginal da Filha de Sião germinou Aquele que nos alimenta com o pão dos Anjos e brotou para todo o género humano a salvação e a paz. A graça que em Eva nos foi tirada, foi-nos restituída em Maria. Nela, Mãe de todos os homens, a humanidade, resgatada do pecado e da morte, recebe o dom da vida nova:.." A Virgem Imaculada foi e continua sendo a personagem dos personagens do Advento: da vinda do Senhor. Por isso, cada dia, durante o Advento, evoca-se, agradece, canta-se, glorifica-se e enaltece àquela que foi a aceitou livremente ser a mãe de nosso Salvador "o Messias, o Senhor" (Lc 2,11). A solenidade de santa Maria Mãe de Deus salienta este Mistério preparado e realizado. "Que admirável troca! O Criador do género humano, tomando corpo e alma, nasce de uma virgem e, feito homem sem concurso de varão, nos dá parte em sua divindade" (antífona das primeiras Vésperas). "A Mãe eu à luz o Rei, cujo nome é eterno; a que o gerou tem ao mesmo tempo a alegria da maternidade e a glória da virgindade: um prodígio tal jamais visto, não será visto novamente. Aleluia" (antífona de Laudes). "Pelo grande amor que Deus tem para connosco, mandou-se seu próprio Filho em semelhança de carne de pecado: nascido de uma mulher, nascido sob a lei. Aleluia" (antífona do Magníficat primeiras Vésperas). A partir da segunda parte do Advento, a preponderância da Mãe Imaculada é tão grande, que ela aparece como o centro do Mistério preparado e iniciado. Assim as leituras evangélicas do IV Domingo, nos três ciclos, estão dedicadas a Maria. E nas missas próprias dos dias 17 a 24, correspondentes às antífonas da O, tudo gira ao redor dela. E com razão.
"Os profetas anunciaram que o Salvador nasceria de Maria Virgem" (Tercia) - "O anjo Gabriel saudou Maria, dizendo: Ave, chia de graça, o Senhor está contigo, bendita és tu entre as mulheres" (Sexta) - "Maria disse: O que significa esta saudação? Fico perplexa perante estas palavras de que darei à luz um Rei sem perder minha virgindade" (Nona).
Nas vésperas do primeiro domingo de Advento, a antífona do Magnificat é tirada do evangelho da anunciação: "Não temas, Maria, porque encontraste graças diante de Deus. Conceberás em teu seio e darás á luz um filho". Na segunda-feira da primeira semana, nas vésperas, a antífona do Magnificat será: "O anjo do Senhor anunciou a Maria e ela concebeu do Espírito Santo". Nas vésperas da quinta-feira canta-se: "Bendita és tu entre as mulheres". Nas vésperas do segundo domingo de Advento: "Ditosa tu, Maria, que creste, porque o que te foi dito o Senhor cumprirá". Nas laudes da quarta-feira há uma leitura tirada do capítulo 7 de Isaías: "Vede: a Virgem conceberá e dará à luz um filho, lhe porá o nome Emmanuel...". O responsório da sexta-feira depois da segunda leitura do ofício, é tirado do evangelho da anunciação em Lc 1, 26, etc... E poderíamos continuar com uma longa enumeração. Esta enumeração interessa porque mostra como a presença da Virgem é constante nos Ofícios de Advento, bem como na memória da primeira vinda de seu Filho e na tensão de sua volta no fim dos tempos. Embora o Natal seja para Maria a festa mais indicada de sua maternidade, o Advento, que prepara esta festa, é para ela um tempo de escolha e de particular preparação.   Adaptado de: http://www.acidigital.com/fiestas/advento/personagens.htm


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